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UNIVERSIDADE DE SALAMANCA
Faculdade de Tradução e Documentação
Departamento de Biblioteconomia e Documentação
A ARQUIVÍSTICA SOB O SIGNO DA MUDANÇA:
CENÁRIOS ARQUIVÍSTICOS (RE) DESENHADOS
PELO DOCUMENTO ELETRÔNICO
TESE DE DOUTORADO APRESENTADA POR:
MARIA CRISTINA VIEIRA DE FREITAS
SALAMANCA
NOVEMBRO, 2009UNIVERSIDADE DE SALAMANCA
Faculdade de Tradução e Documentação
Departamento de Biblioteconomia e Documentação
A ARQUIVÍSTICA SOB O SIGNO DA MUDANÇA:
CENÁRIOS ARQUIVÍSTICOS (RE) DESENHADOS
PELO DOCUMENTO ELETRÔNICO
Tese submetida ao Departamento de Biblioteconomia e
Documentação da Faculdade de Tradução e Documentação
da Universidade de Salamanca, como requisito parcial para a
obtenção do grau de “Doutor em Biblioteconomia e
Documentação”.
Linha de pesquisa: “Líneas de investigación en
Biblioteconomía y Documentación”
Orientadora: Profa. Doutora Dª María Manuela Moro Cabero
Doutoranda: Dª Maria Cristina Vieira de Freitas
SALAMANCA
Novembro, 2009Ficha catalográfica
FREITAS, Maria Cristina Vieira de
A Arquivística sob o signo da mudança : cenários arquivísticos (re) desenhados pelo documento
eletrônico / apresentada por Maria Cristina Vieira de Freitas ; sob a orientação de Manuela
Moro Cabero. – Salamanca : Universidade de Salamanca, 2009. – 740 p. : il. ; 24 cm + 1 disco
compacto. – (Coleção Teses de doutorado Univ. de Salamanca Faculdade de Tradução e
Documentação).
1. Arquivística – Documentos eletrônicos. 2. Arquivística – Tecnologias de informação e
comunicação. 3. Arquivística – Gestão eletrônica de documentos. 4. Arquivística – mudança de
de paradigma. 5. Teoria da mudança social.
I - Universidade de Salamanca (Espanha) – Teses e dissertações acadêmicas
II - Moro Cabero, Manuela, dir.
III - Freitas, Maria Cristina Vieira de, 1967-
IV - Título
CDU 930.25 (043)
930.251 (043)
930.251:004 (043)
930.251:004 (043)
930.251:316.42 (043)
Elaboração:
Julio Alonso Arévalo
Bibliotecário responsável
Facultad de Traducción y Documentación
Universidad de Salamanca
Adaptação ao português:
Maria Cristina Vieira de Freitas“Na ilha por vezes habitada
do que somos,
há noites, manhãs e madrugadas
em que não precisamos de morrer.
Então sabemos tudo do que foi e será.
O mundo aparece explicado
definitivamente
e entra em nós uma grande serenidade,
e dizem-se as palavras que a significam.
Levantamos um punhado de terra
e apertamo-la nas mãos.
Com doçura.
Aí se contém toda a verdade suportável:
o contorno, a vontade e os limites.
Podemos então dizer que somos livres,
com a paz e o sorriso de quem se reconhece
e viajou à roda do mundo infatigável,
porque mordeu a alma até aos ossos dela.
Libertemos devagar a terra
onde acontecem milagres
como a água, a pedra e a raiz.
Cada um de nós é por enquanto a vida.
Isso nos baste.”
José Saramago (1922 – )
(Na ilha por vezes habitada.
In: Provavelmente Alegria, 1985)UNIVERSIDADE DE SALAMANCA
Faculdade de Tradução e Documentação
Departamento de Biblioteconomia e Documentação
Trabalho apresentado como requisito parcial para a obtenção do grau de “Doutor
em Biblioteconomia e Documentação” pela Universidade de Salamanca,
Espanha.
Elaborado por Dª Maria Cristina Vieira de Freitas, licenciada em História,
licenciada em Documentação e Arquivística; Especialista em Conservação de Obras
sobre Papel; Mestre em Ciência da Informação.
Orientado pela Profa. Doutora Dª María Manuela Moro Cabero, Professora
Titular do Departamento de Biblioteconomia e Documentação, adscrito à
Universidade de Salamanca.
oFd :
_________________________________________________
Dª Maria Cristina Vieira de Freitas, Msc.
(Doutoranda)
o oV B :
_________________________________________________
Dª Manuela Moro Cabero, Profª Doutora
(Orientadora da tese)Dedico
À Profa. Maria de Lourdes Alves,
Minha tão querida Mestra, no Ensino
Primário. Com todo o meu afeto e
carinho.
A “Senhora”, Dª Maria de Lourdes, me
ensinou tanto, e apenas pediu disciplina
e boas notas. Espero ter-lhe
correspondido, na vida e, é claro, nos
testes!
Sei que ainda guarda uma caneta que
lhe presenteei, algures no passado,
quando deixei de ser sua aluna. Eu
guardo tudo quanto me ensinou.
No fim das contas, sinto-me em
vantagem com a “troca”, razão pela qual
dedico-lhe este trabalho, com uma nota
sincera de amizade e reconhecimento.

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