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Finanças e Gestão de Riscos Internacionais - 2ª Edição

De
576 pages

Edição revista e ampliada.

Esta segunda edição da obra Finanças e Gestão de Riscos tem como preocupação fundamental a melhoria da sua utilização através da introdução de vários exemplos aplicativos e da aproximação à realidade das Finanças e Riscos Internacionais.


Neste sentido, também foram desenvolvidos vários casos práticos adicionais, colocados no final de cada capítulo.

Com mais assuntos abordados e determinadas matérias mais aprofundadas, esta 2a edição cresceu em volume. Os temas relativos ao Mercado de Derivados e ao Risco e Incerteza beneficiam de um tratamento autónomo.

Os autores aproveitaram ainda para atualizar as estatísticas e introduzir várias outras que se revelam importantes no estudo das temáticas das Finanças Internacionais.

Público-alvo

Trata-se de uma obra didática destinada a alunos das áreas de Finanças Internacionais que fornece uma perspetiva integrada dos instrumentos, mecanismos, instituições e mercados que coexistem no sistema financeiro internacional.

Estrutura da Obra

- Introdução às Finanças Internacionais

- Mercados Financeiros Internacionais

- Financiamento do Comércio Internacional

- O mercado de câmbios

- Mercado de Produtos Derivados

- Risco e Incerteza nas Finanças Internacionais

- Gestão do Risco de Câmbio

- Gestão de outros riscos internacionais

- Investimento Internacional

- Instrumentos de Financiamento e Apoio à Internacionalização


Voir plus Voir moins

,6%1
Eduardo Sá Silva
Carlos Mota Finanças e Gestão de Riscos InternacionaisMário Queirós
Adalmiro Pereira
Mário Queirós Eduardo Sá Silva Mário Queirós
Eduardo Sá Silva
Carlos Mota Adalmiro Pereira
Mário Queirós é Licenciado em
Economia e pós-graduado em Estudos
Eduardo Manuel Lopes de Sá e Silva
Europeus e em Ensino da Economia.
é doutorado em Ciências Económicas
Possui experiência na elaboração,
e Empresariais, pela Universidade da
análise, acompanhamento e controlo
Finanças e Corunha, Espanha, licenciado e
mesde cerca de uma centena de projetos
tre pela Faculdade de Economia da
Finanças e
de investimento, contando também
Universidade do Porto.
Gestão de Riscos
uma vasta experiência letiva em
anáExerce funções de docente no
Ensilise de investimentos no ensino
supeno Superior, sendo orientador de
dirior e em formação porfssional.
Internacionais Gestão de Riscos
versas dissertações de teses de
MesDesde 1993 exerce funções de do- trado e Doutoramento, nas áreas de
cente do Ensino Superior, na área da Contabilidade e Gestão Financeira.
Economia e Gestão.
Internacionais
Trata-se de uma obra didática destinada a alunos das áreas de
Finanças Internacionais.
Desta forma, a preocupação fundamental foi fornecer uma
perspetiva integrada dos instrumentos, mecanismos, instituições e
Adalmiro Pereira Carlos Mota
mercados que coexistem no sistema fnanceiro internacional.
Adalmiro Pereira é licenciado em Ad- Carlos Mota é professor de Finanças
ministração e Gestão de Empresas Internacionais no Instituto Superior
Por outro lado, efetuar uma abordagem dos principais riscos
pela Universidade Católica Portugue- de Contabilidade e Administração
que surgem nas relações de troca ou negócios entre moedas,
sa, Mestre em Finanças pela Faculda- do Porto. É licenciado em Economia,
atividades e fuxos monetários e fnanceiros, em que são
interde de Economia do Porto e Douto- pós-graduado em Estudos Europeus,
rando em Gestão pela Universidade Mestre em Finanças Empresariais e
venientes empresas, bancos, bancos centrais, governos ou
orPortucalense. Doutorando em Gestão.
ganismos internacionais.
Desenvolve trabalho de investigação Atualmente, leciona nos cursos de
na área do risco de crédito bancário e mestrado, promovidos pelo ISCAP e
é autor e coautor de artigos publica- APNOR sendo fonte de grande parte
dos em revistas nacionais e congres- do material do livro.
sos na área das fnanças.
A sua atividade de docência inclui
É economista e docente no Instituto ainda disciplinas de Mercado de
CaSuperior de Contabilidade e Adminis- pitais, Instrumentos de Derivados,
www.vidaeconomica.pt
tração do Porto, na área de Finanças Gestão Financeira e Gestão de Riscos
Internacionais. Internacionais.
Visite-nos em
9 789727 887309
livraria.vidaeconomica.ptÍNDICE
Nota à segunda edição ...................................................................7
Introdução .....................................................................................9
Capítulo I Introdução às Finanças Internacionais ...............19
Capítulo II Mercados Financeiros Internacionais ................77
Capítulo III Financiamento do Comércio Internacional ..... 125
Capítulo IV O mercado de câmbios .................................... 171
Capítulo V Mercado de Produtos Derivados ..................... 259
Capítulo VI Risco e Incerteza nas Finanças Internacionais ... 301
Capítulo VII Gestão do Risco de Câmbio ............................ 347
Capítulo VIII Gestão de outros riscos internacionais ............ 427
Capítulo IX Investimento Internacional .............................. 455
Capítulo X Instrumentos de Financiamento e Apoio
à Internacionalização ....................................... 531
Referências Bibliográficas .......................................................... 555
Índice Geral ............................................................................... 557
Índice de Figuras ....................................................................... 566
Índice de Tabelas 568
Índice de Exemplos ................................................................... 570
5NOTA À SEGUNDA EDIÇÃO
O desenvolvimento da segunda edição desta obra teve como
preocupação fundamental a melhoria da sua utilização no sentido
de se tornar mais “amigável”, através da introdução de vários
exemplos aplicativos e da aproximação à realidade das Finanças e Riscos
Internacionais. Neste sentido, também foram desenvolvidos vários
casos práticos adicionais, colocados no final de cada capítulo.
Como é possível reparar, a segunda edição cresceu em volume,
também porque há mais assuntos abordados e determinadas
matérias foram mais aprofundadas. Isto levou à cisão de alguns capítulos
para que os temas relativos ao Mercado de Derivados e ao Risco e
Incerteza beneficiassem de um tratamento autónomo.
Os autores aproveitaram ainda para actualizar as estatísticas
disponíveis na primeira edição e importar várias outras que se revelam
importantes no estudo das temáticas das Finanças Internacionais.
7INTRODUÇÃO
A existência de concorrência global e de mercados globais de
bens, serviços e capitais é uma realidade económica fundamental
que alterou o comportamento das empresas. Por exemplo, uma
empresa de calçado opta por produzir gáspeas na Índia,
cortando na sua força de trabalho em Portugal e transferindo parte da
produção para o exterior, num esforço para atingir a eficiência
de custos num mercado extremamente competitivo, porque se o
não fizer, pode ser colocada fora do mercado pela concorrência
asiática. Cada vez mais as empresas têm uma perspetiva
internacional como base para sustentar a produção, a comercialização
e as decisões financeiras e tecnológicas. A globalização assim o exige.
Este livro foi escrito numa dupla perspetiva: ênfase nos
conceitos básicos e ênfase numa perspetiva de gestão. Como os mercados
financeiros se tornaram mais integrados, uma sólida compreensão
das finanças internacionais é essencial para a tomada de decisão
empresarial. “Finanças e Gestão dos Riscos Internacionais” fornece
aos alunos uma base para análise.
Apesar de todas as áreas funcionais da empresa poderem beneficiar
de uma perspetiva global, este livro concentra-se no desenvolvimento
das políticas financeiras que são apropriadas para uma empresa num
contexto internacional.
O principal objetivo da gestão financeira internacional é
maximizar a riqueza do acionista. Isso significa tomar decisões de
9finanças e gestão de riscos internacionais
financiamento e de investimento que agreguem valor tanto quanto
possível para a empresa. Significa, também, que as empresas devem
gerir de forma eficaz os ativos sob o seu controlo.
O tema das finanças em empresas a operar em ambiente
internacional coloca muitas questões que não têm correspondência a nível
doméstico. Essas questões incluem os riscos cambiais e a inflação, as
diferenças fiscais, os múltiplos mercados monetários e financeiros,
muitas vezes com acesso limitado, os controlos monetários e riscos
políticos. Quando as empresas consideram os aspetos específicos da
gestão financeira em contexto internacional, compreensivelmente,
destacam, a política económica e os riscos com que se deparam
quando decidem ir para o exterior. Mas é necessária uma perspetiva
mais ampla quando aprofundam o seu grau de internacionalização.
A capacidade de movimentar pessoas, fluxos de capitais e tecnologia
numa base global permite que a empresa internacional seja mais do
que a soma das partes.
Com operações em diferentes países, as empresas
internacionalizadas podem ter acesso aos mercados financeiros para reduzir o seu
custo do capital, otimizar a carga fiscal e aproveitar a diversificação
dos mercados internacionais e locais de produção para reduzir o
risco e os custos.
O propósito deste livro é pedagógico. A intenção é facilitar a
aquisição de conhecimentos no campo das finanças internacionais
e da gestão dos riscos. Os seus destinatários são os estudantes de
finanças das escolas do ensino superior.
10Introdução
ORGANIZAÇÃO DA OBRA
Capítulo I - Introdução às Finanças Internacionais
Analisa o ambiente em que as decisões financeiras internacionais
são tomadas. Os avanços tecnológicos, a par da crescente
liberalização e desregulamentação dos mercados, estão na base do processo de
globalização da atividade económica e da crescente interdependência
entre países, mercados e empresas de todo o lado.
Embora o processo de globalização seja um fenómeno
complexo, que abrange múltiplas dimensões, os aspetos económicos são
os mais visíveis e determinantes. Este capítulo aborda, sob uma
perspetiva global, a análise das principais tendências do comércio,
mercados, investimento e finanças internacionais. Descreve o
sistema monetário e financeiro internacional e mostra as suas principais
transformações e tendências.
Para competirem a nível global, as empresas têm necessidade de se
adaptarem ao contexto de mudança e desenvolverem novas
capacidades. É neste ambiente que a internacionalização assume um papel
fundamental na estratégia das empresas. A capacidade de sobreviver
para além do mercado doméstico é o desafio fundamental e a resposta
que se espera das empresas numa época de grandes incertezas.
Capítulo II - Mercados Financeiros Internacionais
Este capítulo apresenta uma visão de conjunto sobre os principais
mercados financeiros internacionais: mercado cambial, mercado
monetário, mercado de obrigações, mercado de ações, mercado
do ouro. Trata-se de mercados de grande escala, que registam uma
evolução crescente nas transações, emissões e saldos.
Concentra-se ainda em expor e avaliar as opções de financiamento
de médio e longo prazo que as empresas enfrentam num contexto
11finanças e gestão de riscos internacionais
internacional. O capítulo descreve as alternativas a médio e longo
prazo em termos de financiamento da dívida disponíveis para as
empresas nos mercados internacionais.
Por último, são descritos os principais centros financeiros
internacionais e feita uma referência aos grandes bancos internacionais.
Capítulo III - Financiamento do Comércio Internacional
O financiamento do comércio internacional é abordado neste
capítulo. Pretende-se dar uma perspetiva dos instrumentos financeiros
que tradicionalmente acompanham as operações de comércio
internacional. O comércio internacional, para além dos riscos envolvidos,
pressupõe escolhas dos meios de liquidação das operações. O capítulo
faz referência às suas diferentes formas. São também descritas as
caraterísticas fundamentais de cada instrumento de financiamento,
os agentes intervenientes e a sua utilidade. As técnicas alternativas
disponíveis de financiamento de curto prazo são apresentadas e
avaliadas numa dupla ótica: risco-custo.
Capítulo IV - O mercado de câmbios
Este Capítulo descreve o mercado cambial e como ele funciona.
Aborda as caraterísticas do mercado cambial, agentes, ativos
transacionados e o seu modo de funcionamento. A taxa de câmbio,
sendo a variável que reflete a atividade do mercado cambial, é
também estudada tal como os comportamentos de base nesse mercado.
Analisa os câmbios nos mercados à vista e a prazo utilizados pelas
empresas para gerir a sua moeda e a taxa de juro.
Quais os determinantes das taxas de câmbio? Que alterações nas
taxas de câmbio podem ser previstas? Estas questões fundamentais
são abordadas neste capítulo que introduz o equilíbrio chave nas
12Introdução
relações entre taxa de inflação, taxa de juro e taxa de câmbio, que
formam a base para muitas análises. Analisa ainda a balança de
pagamentos e as ligações entre as economias, fazendo referência aos
métodos de previsão das taxas de câmbio (na prática uma mistura
de análise técnica e fundamental). Termina com a apresentação de
exemplos ilustrativos.
Capítulo V - Riscos Financeiros
Os mercados de derivados são uma realidade fundamental a
enquadrar nos sistemas financeiros modernos. Pretende-se com este
capítulo proporcionar uma primeira abordagem (a aprofundar nos
capítulos seguintes) a estes mercados respondendo a questões como:
O que são derivados? Para que servem? Quem os utiliza e como se
realizam as transações?
Os derivados são instrumentos financeiros muito importantes na
gestão do risco já que permitem separar os riscos e controlá-los de
forma mais precisa. O objetivo do capítulo é sistematizar os
conceitos neste domínio cobrindo em particular os instrumentos e ativos
subjacentes com utilidade para a gestão dos riscos internacionais.
São abordados os aspetos relacionados com o funcionamento
destes mercados, a sua segmentação formal e funcional,
negociabilidade, padronização, vantagens e desvantagens, formas de liquidação,
perfis de ganhos e perdas.
Comparam-se, observando semelhanças e diferenças, e discute-se
os contratos a prazo (forwards), futuros, opções e swaps. O capítulo
termina com uma referência aos derivados de crédito.
13finanças e gestão de riscos internacionais
Capítulo VI - Gestão do risco de câmbio a partir dos
mercados de derivados
Este capítulo faz uma introdução aos vários riscos que envolvem
os negócios e investimentos internacionais. Todas as empresas se
deparam com uma multiplicidade de riscos na condução dos seus
negócios. O capítulo debruça-se sobre esta temática procurando dar
uma visão teórica e técnica sobre o(s) conceito(s) de risco(s),
descrevendo o processo de gestão do risco, identificando os principais
tipos de riscos e as suas caraterísticas fundamentais. Embora não
exista uma taxonomia única do risco, são sistematizados e analisados
diferentes riscos nas suas várias formas e medidas.
São apresentados alguns exemplos numéricos que ilustram como
quantificar os riscos, sendo dada particular ênfase à metodologia
Value-at-Risk (VaR).
Por fim, são apresentados diversos casos práticos.
Capítulo VII - Investimento Internacional
Este capítulo considera em primeiro lugar a questão do risco
cambial, que é a presença de risco que decorre da incerteza em relação
à taxa de câmbio futura.
O capítulo debruça-se sobre a gestão do risco cambial, uma área
tradicional de preocupação das empresas com negócios
internacionais. Analisa o impacto provável das variações cambiais sobre a
exposição da empresa e sublinha a possibilidade da sua minimização
por negociação de instrumentos do mercado ou pela faturação em
moeda nacional. Disseca os custos e benefícios das diferentes
alternativas técnico-financeiras para proteção contra os riscos cambiais
incluindo a perspetiva dos mercados derivados.
O capítulo inicia-se com uma aplicação das técnicas VaR para
medição do risco de câmbio. Segue-se a referência ao uso de técnicas
14Introdução
operacionais para redução da exposição cambial e ao recurso a
contratos financeiros.
São depois introduzidos os contratos swaps de divisas como
veículo para cobertura de risco de taxa de câmbio. O capítulo aborda
também os contratos de futuros e opções sobre divisas como
ferramentas alternativas para cobertura da exposição cambial. Descreve
os mecanismos e equaciona as vantagens e limitações de cada
instrumento numa perspetiva da gestão do risco cambial.
Termina com a análise de casos.
Capítulo VIII - Instrumentos de Financiamento e Apoio
à Internacionalização
Os negócios internacionais envolvem outros riscos tais como o
risco dos preços de commodities ou o risco das taxas de juro. É possível
gerir ativos e passivos de uma empresa sujeitos a estas variações.
A crescente volatilidade das taxas de juro combinada com o
recurso à dívida e o uso de taxas variáveis por parte das empresas, tem
justificado a necessidade duma gestão ativa destes riscos. Este capítulo
introduz os futuros e opções sobre o preço das matérias-primas e as
taxas de juro. Estes instrumentos são úteis para especular, mas
também para efetuar a cobertura de movimentos dos preços dos ativos.
Mostra como utilizar esses instrumentos para fins de cobertura.
O capítulo começa com algumas definições úteis que permitem
distinguir a gestão do risco do preço das matérias-primas com recurso
a contratos de futuros, opções ou swaps. A secção seguinte ilustra a
utilidade de swaps de taxas de juros fornecendo uma apresentação
exemplificativa. A discussão detalha como os swaps poderão ser
utilizados e os riscos associados.
É apresentada uma visão geral sobre a gestão do risco das taxas
de juro tal como hoje é praticada. Muitos dos processos observados
15finanças e gestão de riscos internacionais
na gestão do risco de câmbio são replicados na gestão do risco da
taxa de juro: métodos convencionais combinados com novos
métodos baseados nos derivados. As técnicas e instrumentos principais
utilizados na gestão das taxas de juro incluem os contratos a prazo
(FRA), swaps e futuros sobre taxas de juro. Os mercados de swaps
sobre taxas de juro permitem que empresas que têm acesso limitado
a estruturas de taxas de juro específicas obtenham custos
relativamente menores. Instrumentos e técnicas, baseados nas opções, são
igualmente utilizados na gestão do risco da taxa de juro. As opções
sobre taxas de juro negociadas em mercados OTC são
fundamentalmente caps, floors e collars.
A análise de casos complementa o texto do capítulo.
Capítulo IX - Investimento Internacional
Analisa o processo de decisão de investimento estrangeiro. O
capítulo começa por discutir a teoria e estratégia de investimento
direto no/do exterior, incluindo uma análise das motivações para
ir para o estrangeiro e os fatores que contribuem para o sucesso do
negócio no exterior. Apresenta as técnicas de avaliação de
investimentos externos, enfatizando o ajustamento do fluxo de caixa para
os vários riscos políticos e económicos encontrados no exterior.
Também aborda como as empresas podem gerir os riscos de forma
adequada na estruturação do investimento inicial e fazer
modificações ajustadas a decisões operacionais posteriores.
Pretende-se dar uma perspetiva geral dos vários aspetos,
intrínsecos e extrínsecos, relativos ao investimento internacional,
focalizando-se em particular no caso português. No âmbito da avaliação
de projetos internacionais, foram abordadas ainda questões relativas
aos temas seguintes: custo do capital que as empresas internacionais
devem usar na avaliação de investimentos no estrangeiro, análise do
risco-país, rating e credit default swaps (CDS).
16Introdução
Vários fatores específicos em contexto internacional devem ser
considerados na sua influência sobre o investimento das empresas
no exterior: propriedade, mercados financeiros e de capitais,
consolidação das demonstrações financeiras numa única moeda, risco
de câmbio, valor da empresa. Avaliar o montante investido num
projeto no exterior, os cash-flows associados e os riscos é uma tarefa
complexa.
O capítulo termina com análise de casos.
Capítulo X - Instrumentos de Financiamento e Apoio à
Internacionalização
O capítulo apresenta uma panorâmica geral dos instrumentos
existentes de financiamento e apoio à internacionalização.
A necessidade de dinamizar as exportações e diversificar os
mercados, é hoje um objetivo prioritário das autoridades públicas
que procuram promover políticas e criar instrumentos de apoio à
internacionalização das empresas portuguesas. Este capítulo
procura fazer uma síntese dessas medidas e instrumentos de apoio à
internacionalização das empresas nacionais existentes no âmbito
dos programas públicos em vigor.
17CAPÍTULO I
INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS
INTERNACIONAIS
1.0 INTRODUÇÃO
Os avanços tecnológicos a par da crescente liberalização e
desregulamentação dos mercados, estão na base do processo de globalização
da atividade económica e da crescente interdependência entre países,
mercados e empresas de todo o mundo. Para competirem a nível
global, as empresas têm necessidade de se adaptarem ao contexto de
mudança e desenvolverem novas capacidades. É neste ambiente que
a internacionalização assume um papel fundamental na estratégia
das empresas. A capacidade de sobreviver para além do mercado
doméstico, é o desafio fundamental e a resposta que se espera das
empresas nesta época de grandes incertezas.
O presente capítulo debruça-se sobre esta temática, procurando
apresentar uma visão de conjunto que permita a compreensão do
fenómeno e das respostas que as Finanças Internacionais procuram
dar para a gestão dos riscos e os objetivos empresariais num ambiente
internacional.
19finanças e gestão de riscos internacionais
1.1 VISÃO GERAL DAS FINANÇAS
INTERNACIONAIS
No contexto da globalização da economia mundial, o domínio, a
compreensão e a perceção das finanças internacionais e dos
ambientes subjacentes afigura-se como um fator crítico de sucesso, para a
empresa que pretenda internacionaliza-se.
Tendo em conta esta circunstância, pode-se então observar a
existência de empresas de âmbito doméstico ou de âmbito
multinacional. No primeiro conjunto temos aquelas empresas que atuam
no mercado geográfico correspondente à sua sede. No segundo
conjunto temos aquelas empresas que atuam em mais que um
mercado geográfico.
De uma forma geral, hoje em dia as empresas têm, frequentemente
atividades internacionais significativas, tais como a importação e
exportação de bens e serviços, facto este que não se limita somente
às empresas multinacionais. Muitas empresas procuram expandir-se
para fora do seu país na procura de novos mercados onde possam
crescer, ganhar escala e escoar a sua produção. Face a este fenómeno
os mercados são hoje mais interdependentes e as finanças
internacionais passaram a ser um elemento importante na gestão das empresas
que se decidiram pela internacionalização, pois estas empresas
possuem ativos ou operações internacionais em mercados externos e
obtêm parte dos proveitos e dos resultados nesses mercados.
Em ambiente internacional, as empresas defrontam-se com uma
variedade de legislação e de restrições nos diferentes países. Estas
dificuldades, decorrentes das complexidades legais e económicas
de cada país, são diferentes do simples contexto doméstico em que
operam.
A gestão financeira internacional pressupõe a compreensão do
conjunto dos riscos financeiros internacionais. Estes riscos, que
ire20capítulo i - introdução às finanças internacionais
mos analisar detalhadamente nesta obra, podem ser de vários níveis
de complexidade e referirem-se a vários fatores. Nesta perspetiva,
os objetivos da gestão mantêm-se, ou seja:
– Maximização da Riqueza do Acionista (perspetiva anglo
saxónica): a empresa deve tentar maximizar o
retorno/rendibilidade acionista, medido pelos ganhos de capital e dividendos, para
um dado nível de risco ou minimizar o risco dos acionistas
para uma dada taxa de rendibilidade.
– Maximização da Riqueza da Própria Empresa (perspetiva
japonesa/europeia): o objetivo é maximizar os resultados a
longo prazo, mas retendo o suficiente para aumentar a
riqueza da empresa em benefício de todos os grupos de interesse
(trabalhadores, credores, Estado, gestores, fornecedores,…) e
não apenas dos acionistas.
Um exemplo de internacionalização é o das empresas
multinacionais. Como conceito de empresa multinacional pode-se adotar
uma definição histórica e formal do tipo perfilhado pelas Nações
Unidas (UN, Multinational Corporations in World Development.
Nova Iorque, Praeger Publishers, 1974. p. 3.). Segundo esse conceito,
multinacionais seriam “todas as empresas que controlam ativos —
fábricas, minas, escritórios de venda etc. — em dois ou mais países”.
Esta definição tem a vantagem de ser neutra e geral.
Pode-se então ser mais concreto e apresentar a seguinte
definição: multinacionais, também conhecidas como transnacionais, são
empresas que possuem uma atividade principal num país e possuem
filiais em diversos países. Geralmente são grandes empresas que
instalam filiais em outros países em busca de mercado consumidor ou
a procura de energia, matériaprima e mão-de-obra baratas. Para que
exista uma multinacional é necessário que as condições num mercado
externo criem uma motivação que possa ser explorada com base em
competências específicas da empresa, e que esta tenha uma
capacida21finanças e gestão de riscos internacionais
de organizacional de gerir melhor os seus ativos diretamente do que
através de relações contratuais. Neste sentido pode-se afirmar que
estas empresas tentam retirar vantagem das imperfeições dos
mercados nacionais nos produtos, fatores de produção e ativos financeiros.
Como principais vantagens, as multinacionais têm economias de
escala (a produção em larga escala permite reduzir os custos marginais
de produção adicionais de produção), expertise tecnológico (efeito
curva de experiência), capacidade financeira (devido à sua dimensão),
diferenciação de produto face aos concorrentes locais, sobretudo em
mercados caraterizados pela concorrência oligopolista internacional.
Os motivos estratégicos que levam à decisão de investir no
exterior podem ser: aumentar e diversificar as vendas (mercados/
procura), adquirirem e diversificarem as fontes de fornecimento
de recursos (matérias-primas, eficiência de produção - mão de obra
intensiva-, …), e acesso a know-how. Paralelamente pode sempre
assistir-se a investimentos defensivos através da internacionalização
que visam, por exemplo, o crescimento para sobreviver (saturação
do mercado doméstico), seguir o cliente (empresas de serviços) e
procura de menores custo da mão-de-obra.
A função financeira numa empresa que atua num ambiente
internacional, tem como principais atribuições, o seguinte:
– Avaliação económico-financeira das estratégias de negócio
– Análise de projetos de Investimento/Desinvestimento
– Definição dos níveis de riscos assumidos
– Gestão dos referidos riscos e eventual cobertura
– Integração dos Sistemas de Informação
– Qualidade da Informação Económico-Financeira (manter
visibilidade e controlo sobre as operações e gerir a comunicação
com os stakeholders).
22capítulo i - introdução às finanças internacionais
Como principais desafios para as empresas que operam em termos
internacionais, temos os seguintes:
– Evitar a armadilha do curto prazo: a estratégia da empresa
pode entender-se como uma carteira de projetos com
diferentes horizontes temporais: nuns prevalecem os resultados a
curto prazo e outros devem ser analisados como criadores de
oportunidades futuras. A carteira deve produzir um conjunto
equilibrado em termos de viabilidade económica (curto-prazo)
e rentabilidade económica (longo prazo) ajustada pelo risco.
– Avaliar o valor dos intangíveis: as empresas são cada vez
mais intensivas em capital intangível (inovação, reputação,
marca,…) e menos em capital tangível.
– Entender os modelos de avaliação para compreender o
comportamento dos mercados: credibilidade dos planos futuros da
empresa (expectativas), fluxos de caixa a médio e longo prazo,
métricas de valor económico.
1.2 A GLOBALIZAÇÃO E INTEGRAÇÃO
DOS MERCADOS
1.2.1 Abertura ao Comércio Internacional
O comércio internacional, que tem sido a ligação tradicional
entre nações e economias, tem-se expandido de forma contínua.
Nas últimas décadas aumentou significativamente mais que o PIB
mundial. Para alguns países, adeptos do comércio livre e aberto,
esses indicadores são ainda mais acentuados.
Um dos argumentos para o desenvolvimento do comércio
internacional baseia-se na teoria das vantagens comparativas exposta por
Ricardo (1817). Esta indica que o bem-estar económico sai reforçado
se os países produzirem os bens para as quais têm vantagens
comparativas e depois trocarem os bens entre si.
23finanças e gestão de riscos internacionais
Desenvolvimentos posteriores do modelo ricardiano, tais como
o modelo de Hecksher-Ohlin-Samuelson e o modelo padrão de
Comércio Internacional vêm explicar melhor a necessidade da abertura
ao Comércio Internacional, permitindo melhor conhecer os ganhos
deste fenómeno.
Como consequência, atualmente, o comércio internacional é
mais liberalizado, tanto no global como regional. A nível global, a
Organização Mundial do Comércio (OMC) tem um papel
fundamental na promoção do livre comércio. A nível regional, a União
Europeia e a NAFTA (Associação de Comércio Livre da América
do Norte) têm um papel fundamental na eliminação das barreiras
comerciais dentro das regiões económicas. Além disso, a adesão da
China à OMC, e o seu impressionante crescimento económico,
legitimou ainda mais a ideia do comércio livre. A importância da China
está a alterar profundamente o padrão de produção internacional,
o comércio e o investimento.
Além do comércio internacional, o investimento direto
estrangeiro por parte das multinacionais é outra das principais forças de
globalização da economia mundial. Desde a década de 90 do século
passado, que o investimento direto por parte das multinacionais
cresceu à taxa anuais superiores a 10%. As empresas multinacionais
ao incorporar operações de produção e vendas em vários países estão
a reformular a estrutura da economia mundial.
1.2.2 A Globalização
O termo globalização designa o fenómeno de abertura das
economias e das respetivas fronteiras em resultado do acentuado
crescimento das trocas internacionais de mercadorias, da intensificação dos
movimentos de capitais, da circulação de pessoas, do conhecimento
e da informação, proporcionados quer pelo desenvolvimento dos
24capítulo i - introdução às finanças internacionais
transportes e das comunicações, quer pela crescente abertura das
fronteiras ao comércio internacional.
O fenómeno da globalização ultrapassa a simples
internacionalização das atividades dos países e empresas, pois implica o
estabelecimento de um grau de interdependência e integração entre mercados,
países, setores e empresas.
A globalização é o resultado de um conjunto de fatores históricos
e atuais que contribuíram e contribuem para o desenvolvimento de
relações de interdependência entre os países. É um processo dinâmico
que não está terminado. Os fatores que condicionam o processo de
globalização são de vária ordem, podendo, entre outros, referir-se
os seguintes:
– FATORES POLÍTICOS e ECONÓMICOS como a
redução das barreiras ao comércio (através da OMC, da União
Europeia,…), a liberalização dos movimentos de capitais (via
desmantelamento das barreiras ao investimento,
desregulamentação dos mercados) e a integração dos mercados a nível
económico.
– PROGRESSO TECNOLÓGICO ocorrido nas áreas dos
transportes (contentorização, intermodalidade,…), tecnologia
da informação (internet, satélites,…) e comunicação – redução
do tempo e custo.
– FATORES COMPETITIVOS através da existência de
empresas multinacionais, produtos globais e clientes globais.
FATORES SOCIAIS associados à convergência a nível cultural e
social (viagens, televisão, cinema, emergência do consumidor global
e do desenvolvimento de produtos globais), emergência da classe
média em países emergentes (China, Índia,Brasil...) e envelhecimento
da população nos países desenvolvidos.
25REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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556ÍNDICE GERAL
CAPÍTULO I - Introdução às Finanças Internacionais
1.0 Introdução ............................................................................................. 19
1.1 Visão geral das Finanças Internacionais ................................................ 20
1.2 A Globalização e Integração dos Mercados 23
1.2.1 Abertura ao Comércio Internacional 231.2.2 A Globalização ............................................................................. 24
1.2.2.1 Formas de globalização ........................................................ 261.2.2.2 Indicadores da Globalização ................................................. 27
1.2.2.3 Efeitos da globalização ......................................................... 38
1.2.3 Os grandes blocos do Comércio Internacional ............................. 39
1.2.3.1 Grupo dos 7/8 (G7/G8) ....................................................... 391.2.3.2 Grupo dos 20 (G20) .............................................................. 42
1.2.3.3 Grandes blocos de integração económica ............................. 491.2.3.4 Outros Blocos....................................................................... 49
1.2.4 A Organização Mundial do Comércio (OMC) ............................ 53
1.3 A integração financeira internacional ................................................... 56
1.3.1 Transformações do Sistema Monetário
e Financeiro Internacional ......................................................... 57
1.3.1.1 O Sistema Monetário Internacional (SMI) ........................... 571.3.1.2 A Experiência Europeia ....................................................... 61
1.3.2 Funcionamento do Sistema Financeiro Internacional .................. 66
1.3.2.1 Principais Instituições Financeiras do SMI ........................... 701.3.2.2 Banco Mundial (BM) ............................................................ 70
1.3.2.3 Banco Central Europeu (BCE) ............................................. 71
1.3.2.4 Fundo Monetário Internacional (FMI) ...................................... 731.3.2.5 Bank of International Settlements (BIS) .................................... 75
CAPÍTULO II - Mercados Financeiros Internacionais
2.0 Introdução ............................................................................................. 77
2.1 Mercado Monetário Internacional ........................................................ 78
557finanças e gestão de riscos internacionais
2.1.1 Evolução dos Euromercados......................................................... 792.1.2 Mercado das Eurodivisas (Eurocurrency markets) ...................... 80
2.1.3 Mercado dos Eurocréditos e Euronotes ........................................ 822.1.4 Forward Rate Agreement (FRA) .................................................. 86
2.2 Mercado Internacional de Obrigações 89
2.2.1 Obrigações com Cupão Fixo ........................................................ 912.2.1 Obrigações a Médio Prazo ............................................................ 92
2.2.3 Euro Obrigações de Cupão Variável (Floating Rate Note - FRN).... 922.2.4 CAP FRN ..................................................................................... 95
2.2.5 FLOOR FRN ............................. 962.2.6 INVERSE FRN .......................... 96
2.2.7 Obrigações Associadas a Ações: Obrigações Convertíveis ........... 972.2.8 Obrigações associadas a ações: obrigações com warrants 100
2.2.9 Obrigações Multidivisas ............................................................. 1012.2.10 Notação de Crédito .................................................................. 101
2.2.11 Estrutura de Mercado das Euro-Obrigações ............................ 101
2.3 Mercado Internacional de Ações ........................................................ 103
2.3.1 Principais Bolsas ......................................................................... 1052.3.2 ADR (American Depositary Receipt/Certificados
de Ações Negociáveis) ............................................................. 108
2.4 Mercado Internacional do Ouro ......................................................... 110
2.5 Centros Financeiros Internacionais .................................................... 113
2.5.1 Londres ....................................................................................... 1152.5.2 Nova Iorque.............................. 115
2.5.3 Tóquio ...................................... 1162.5.4 Frankfurt, Paris, Hong Kong e Singapura .................................. 116
2.6 Bancos Comerciais e de Investimento Internacionais ......................... 117
2.7 Análise de casos ................................................................................... 118
2.8 Apêndice: Relação dos Principais Bancos
Internacionais (2011) ......................................................................... 121
CAPÍTULO III - Financiamento do Comércio Internacional
3.0 Introdução ........................................................................................... 125
3.1 Instrumentos Financeiros Tradicionais no Comércio
Internacional ..................................................................................... 125
3.1.1 Processos de Exportação e de Importação .................................. 125
3.1.1.1 Processo de Exportação ...................................................... 1253.1.1.2 Processo de Importação 128
3.1.1.3 Documentos sobre transporte internacional ...................... 1283.1.1.4 Intermediários no processo ................................................ 130
558índice geral
3.1.2 Operações de Comércio Internacional e Formas de Liquidação 1323.1.3 Infraestruturas de Processamento de Pagamentos
e Regulamentação .................................................................... 134
3.1.4 Operações Documentárias .......................................................... 138
3.1.4.1 Remessas Simples ............................................................... 1383.1.4.2 Remessas Documentárias ................................................... 140
3.1.4.3 Pagarés ................................................................................ 1423.1.4.4 Créditos Documentários .................................................... 143
3.1.4.5 Standby Letter of Credit 1463.1.4.6 Financiamento das exportações .......................................... 146
3.1.5 Financiamentos Externos ........................................................... 147
3.1.5.1 Forfaiting ........................................................................... 1523.1.5.2 Risco de Crédito em Operações Internacionais ................... 154
3.1.5.3 Garantias Bancárias e Seguros de Crédito .......................... 157
3.2 Countertrade ....................................................................................... 164
3.3 Análise de casos ................................. 166
3.4 Glossário do capítulo .......................................................................... 169
CAPÍTULO IV - O Mercado de Câmbios
4.0 Introdução ........................................................................................... 171
4.1 Definição de mercado cambial. Agentes e ativos negociáveis ............. 173
4.1.1 Definição de mercado cambial .................................................... 1734.1.2 Agentes do mercado cambial ...................................................... 174
4.1.2.1 Agentes privados não financeiros ....................................... 1754.1.2.2 Bancos comerciais ............................................................... 175
4.1.2.3 Bancos centrais ................................................................... 1784.1.2.4 Corretores .......................................................................... 178
4.1.3 Activos negociáveis no mercado cambial ................................... 180
4.1.3.1 As divisas ............................................................................ 1804.1.3.2 Transferência bancária (swift transfer) ............................... 181
4.1.3.3 Letra de câmbio .................................................................. 1814.1.3.4 Numerário (divisas secundárias) ......................................... 181
4.2 Caraterização, organização e funcionamento
do mercado cambial .......................................................................... 182
4.2.1 Dados Estatísticos sobre o Mercado Cambial ............................. 1824.2.2 Características do mercado cambial ............................................ 185
4.2.2.1 Segmentação funcional ....................................................... 1854.2.2.2 Mundialidade ...................................................................... 186
4.2.2.3 Continuidade 1874.2.2.4 Convenções nos Câmbios .................................................. 188
559finanças e gestão de riscos internacionais
4.2.3 As funções do mercado cambial ................................................. 190
4.2.3.1 Transferência do poder de compra ..................................... 1904.2.3.2 Cobertura do risco cambial ................................................ 191
4.2.3.3 Financiamentos .................................................................. 191
4.2.4 Formas de Negociação Cambial 1924.2.5 Organização e funcionamento do mercado de câmbios à vista .. 193
4.2.5.1 Definição de Taxa de Câmbio à vista ................................. 1944.2.5.2 Cotações cruzadas (cross rate) ............................................ 195
4.2.6 Organização e funcbios a prazo . 196
4.2.6.1 Definição de Taxa de Câmbio a prazo ............................... 1974.2.6.2 O prémio e o desconto ....................................................... 198
4.2.6.3 Características do mercado a prazo .................................... 201
4.2.7 Comportamentos de base no mercado cambial .......................... 204
4.2.7.1 Especulação ........................................................................ 2054.2.7.2 Arbitragem ......................................................................... 207
4.2.7.3 Cobertura de risco .............................................................. 209
4.3 Determinantes da taxa de câmbio ....................................................... 211
4.3.1 Balança de Pagamentos: definição e caracterização ..................... 2124.3.2 Movimentos de mercadorias e de capitais ................................... 216
4.3.2.1 Movimentos de bens e serviços e a taxa de câmbio .................. 217
4.3.2.2 Movimentos de capitais e a taxa de câmbio ........................ 222
4.3.3 Relação entre taxas de juro, de câmbio e de inflação .................. 223
4.3.3.1 Taxas de juro e taxas de câmbio spot .................................. 2244.3.3.2 Taxa de inflação e taxa de câmbio
(paridade dos poderes de compra) ...................................... 224
4.3.3.3 Taxas de juro e taxas de inflação
(paridade das taxas de juro reais) ........................................ 227
4.3.3.4 Taxas de juro e taxas de câmbio
(paridade das taxas de juro) ................................................ 228
4.3.3.5 Taxas de câmbio à vista e a prazo
(expectativas da taxa de câmbio) ........................................ 230
4.3.3.6 Conjugando as relações ...................................................... 2324.3.3.7 Efeito Internacional de Fisher ............................................ 232
4.3.4 As previsões das taxas de câmbio ................................................ 234
4.3.4.1 Variáveis económicas e previsões das taxas de câmbio ....... 2344.3.4.2 Métodos de previsão das taxas de câmbio ........................... 236
4.4 Análise de Casos .................................................................................. 239
4.5 Anexo: Abreviaturas de algumas divisas e respectiva
cotação (média diária) em 31/12/2014 .............................................. 258
560índice geral
CAPÍTULO V - Mercado de Produtos Derivados
5.0 Introdução ........................................................................................... 259
5.1 O que é um Derivado? ...................... 260
5.1.1 Tipos de derivados ...................................................................... 261
5.1.2 Principais produtos derivados..................................................... 262
5.2 Evolução dos mercados de derivados .................................................. 263
5.2.1 Crescimento dos mercados de derivados .................................... 2635.2.2 Tendências globais dos mercados de derivados ........................... 266
5.3 Contratos a Prazo (Forwards) ............................................................. 270
5.4 Contratos de Futuros .......................................................................... 271
5.4.1 Definição e características dos contratos de futuros ................... 2725.4.2 Tipos de contratos de futuros ..................................................... 279
5.4.3 Rendimentos dos futuros ............................................................ 280
5.5 Contratos de Opções .......................................................................... 284
5.5.1 Opções de compra ..................... 2845.5.2 Opções de venda ......................................................................... 288
5.5.3 Sistema das margens e extinção da posição ................................. 2905.5.4 Definições e terminologia ........................................................... 291
5.5.5 Alavancagem ............................. 294
5.6 Swaps .................................................................................................. 295
5.6.1 Definição e características de um swap ....................................... 2965.6.2 Vantagens e desvantagens dos swaps ........................................... 298
CAPÍTULO VI - Risco e Incerteza nas Finanças Internacionais
6.0 Introdução ........................................................................................... 301
6.1 O processo de gestão do risco ............................................................. 301
6.2 Incerteza e risco internacionais ........................................................... 305
6.2.1 Algumas definições ..................................................................... 3056.2.2 Classificação de incertezas .......................................................... 306
6.2.2.1 Incertezas ambientais genéricas .......................................... 3076.2.2.2 Incertezas do setor de atividade 308
6.2.2.3 Incertezas da empresa ......................................................... 310
6.3 Identificação dos riscos ........................................................................ 311
6.3.1 Risco de cotações / índices 3126.3.2 Risco de taxa de câmbio .............................................................. 313
6.3.3 Risco de taxa de juro ................................................................... 3166.3.4 Risco de preço ........................... 317
6.3.5 Risco de crédito .......................................................................... 318
6.4 Quantificação do risco ....................... 320
6.4.1 Estimação de probabilidades ....................................................... 321
561finanças e gestão de riscos internacionais
6.4.2 Média e Desvio-padrão ............................................................... 3236.4.3 Risco do investimento ................................................................ 324
6.4.4 Value-at-Risk (VaR) ................................................................... 326
6.4.4.1 Percebendo o VaR .............................................................. 326
6.4.4.2 Métodos de estimação do VaR ........................................... 3326.4.4.3 VaR aplicado a ativos individuais e carteiras ...................... 335
6.5 Estratégias de gestão do risco 340
6.6 Análise de Casos .................................................................................. 343
CAPÍTULO VII - Gestão do Risco de Câmbio
7.0 Introdução ......................................... 347
7.1 Técnicas de medição VAR no risco de câmbio .................................... 348
7.1.1 VaR – simulação histórica .......................................................... 3497.1.2 VaR – matriz das variâncias e covariâncias ................................. 351
7.1.3 VaR – Método de Monte Carlo .................................................. 355
7.2 Técnicas operacionais de redução da exposição ao risco de câmbio .... 357
7.2.1 Escolha da moeda de faturação ................................................... 3577.2.2 As cláusulas monetárias .............................................................. 357
7.2.3 Alteração de prazos..................................................................... 3607.2.4 O “netting” (compensação) ......................................................... 361
7.3 Gestão do risco de câmbio com recurso a contratos financeiros ........ 361
7.3.1 Cobertura cambial no mercado a prazo de divisas ..................... 3627.3.2 Cobertura cambial com recurso ao Mercado Monetário ............ 365
7.3.3 Gestão do risco de câmbio com recurso aos swaps
sobre divisas.............................................................................. 371
7.3.3.1 Cross Currency Interest Rate Swap ....................................... 3727.3.3.2 Foreign exchange swap ....................................................... 376
7.3.3.3 Cross Currency Interest Rate Swap ou Circus Swap .................. 3807.3.3.4 Cross Currency Basis Swap .................................................. 382
7.3.4 Gestão do risco de câmbio com recurso a contratos de futuros . 384
7.3.4.1 Definição ............................................................................ 3847.3.4.2 Preço de equilíbrio e arbitragem ........................................ 386
7.3.4.3 Estratégias de hedging utilizando futuros ........................... 3877.3.4.4 Custos dos futuros .............................................................. 400
7.3.4.5 Limitações dos futuros ....................................................... 400
7.3.5 Gestão do risco de câmbio com recurso a contratos de opções .. 400
7.3.5.1 Definição 4007.3.5.2 Vantagens das opções ......................................................... 409
7.3.5.3 Limitações e inconvenientes das opções ............................. 410
7.4 Análise de casos ................................................................................... 410
562índice geral
CAPÍTULO VIII - Gestão de outros riscos internacionais
8.0 Introdução ........................................................................................... 427
8.1 Gestão do risco de preço das matérias-primas ..................................... 427
8.1.1 Principais mercados a prazo de matérias-primas ......................... 427
8.1.2 Gestão do risco de preço das matérias-primas
com recurso a contratos de futuros ............................................ 428
8.1.3 Gestão do risco de
com recurso a contratos de opções ............................................. 429
8.1.4 Exchange Traded Vehicle (ETV) ............................................... 4338.1.5 Mercado over-the-counter (OTC) e gestão do risco de preço ..... 434
8.1.5.1 Contratos de preço com entrega à posteriori ..................... 4348.1.5.2 Swaps de matérias-primas ................................................... 434
8.1.5.3 Caps, Floors e Collars ........................................................ 436
8.2 Gestão do risco das taxas de juro 438
8.2.1 Natureza e extensão do risco de juro .......................................... 438
8.2.2 Gestão do risco de juro com recurso a contratos de futuros ...... 4398.2.3 Gestão do risco de opções ....... 440
8.2.4 Mercado over-the-counter (OTC) e gestão do risco de juro ....... 440
8.2.4.1 Os swaps sobre taxas de juro .............................................. 4408.2.4.2 Forward Rate Agreement (FRA) ....................................... 443
8.2.4.3 Caps, Floors e Collars ........................................................ 4458.2.4.4 Exchange Traded Fund (ETF) ............................................ 446
8.3 Análise de casos ................................................................................... 447
CAPÍTULO IX - Investimento Internacional
9.0 Introdução ......................................... 455
9.1 Teoria e Estratégia do Investimento Estrangeiro ................................ 457
9.1.1 Restrições alfandegárias .............................................................. 4589.1.2 Imperfeições do mercado de trabalho 459
9.1.3 Ciclo de Vida do Produto ........................................................... 4599.1.4 Ativos Intangíveis ...................................................................... 460
9.1.5 Integração vertical ..................... 4609.1.6 Fusões e Aquisições .................................................................... 462
9.2 Modelos de Internacionalização .......................................................... 463
9.2.1 Pressupostos num processo de internacionalização .................... 4649.2.2 Obstáculos ao Investimento no Exterior .................................... 465
9.2.3 Tipos de Investimento ................................................................ 466
9.3 Evolução do Investimento Direto no Estrangeiro .............................. 466
9.3.1 Tendências mundiais do IDE ...................................................... 4679.3.2 Tendências recentes do IDE em e de Portugal ............................ 471
563finanças e gestão de riscos internacionais
9.3.3 Formas de Internacionalizar ....................................................... 4759.3.4 Políticas públicas de apoio ao Investimento Externo ................... 477
9.4 Avaliação de projetos internacionais ................................................... 479
9.4.1 Critérios financeiros de avaliação de um projeto de investimento 480
9.4.1.1 Valor Atual Líquido (VAL) ................................................ 4819.4.1.2 Taxa Interna de Rendibilidade (TIR) ................................. 482
9.4.2 O Custo do Capital ................................................................... 483
9.4.2.1 Modelo de Avaliação de Ativos Financeiros (MAAF) ....... 4849.4.2.2 Custo do capital em contexto internacional ....................... 485
9.5 A gestão da tesouraria de uma empresa multinacional 492
9.6 Análise do risco país ........................................................................... 493
9.6.1 Os diversos riscos país ................................................................ 4939.6.2 O rating ...................................................................................... 498
9.6.3 Agências de rating e classificações .............................................. 502
9.6.3.1 Rating Outlook ................................................................. 504
9.6.3.2 Processo de atribuição de notação de risco ......................... 5049.6.3.3 Variáveis Explicativas do Rating Soberano ........................ 506
9.6.4 Credit Default Swaps (CDS) ...................................................... 510
9.6.4.1 Os CDS e outros derivados de crédito ............................... 5109.6.4.2 CDS e dívidas soberanas ..................................................... 514
9.6.4.3 Características dos CDS 5159.6.4.4 Vantagens dos CDS ............................................................ 516
9.6.4.5 Desvantagens dos CDS ....................................................... 516
9.6.5 Condicionalidade do FMI ........................................................... 517
9.7 Conclusões .......................................................................................... 521
9.8 Análise de casos ................................. 522
9.9 Anexo: Exemplo de metodologia de rating
da COFACE ..................................................................................... 528
CAPÍTULO X - Instrumentos de Financiamento e Apoio à
Internacionalização
10.0 Introdução ......................................................................................... 531
10.1 Medidas de Apoio à Internacionalização ........................................... 532
10.2 Mecanismos de Financiamento e Gestão de Risco ............................ 538
10.2.1 Linhas de Crédito PME Crescimento 2014 .............................. 53810.2.2 Protocolos de Colaboração com Bancos ................................. 539
10.2.2.1 Linhas de crédito para a cooperação bilateral ................... 53910.2.2.2 Linhas de Crédito Comercial (Rússia,
Moçambique, CGD e BEI/PME). ................................... 540
10.2.2.3 Linha de Crédito ao Importador para Apoio
à Exportação Portuguesa ................................................. 541
564índice geral
10.2.2.4 Financiamentos Multilaterais ........................................... 542
10.2.3 Seguros de crédito com garantia do estado e facilidades ........... 543
10.2.3.1 Convenção Portugal-Angola e Linha de Seguro
de Créditos à Exportação - Países Fora da OCDE .......... 546
10.2.3.2 SOFID .............................................................................. 547
10.2.4 Apoios Financeiros à Internacionalização
sob a forma de Capital de Risco ............................................... 548
10.2.5 Apoios Setoriais .................................................. 55010.2.6 Apoios Vários ........................................................................... 551
10.2.7 Medidas Recentes de Apoio à Internacionalização ................... 552
10.3 Conclusões ....................................... 554
565finanças e gestão de riscos internacionais
ÍNDICE DE FIGURAS
FIGURA I.1 Evolução do Comércio Internacional
vs. Produto Mundial .......................................................... 26
FIGURA I.2 Exportações e importações como percentagem do PIB ..... 28
FIGURA I.3 Comércio Internacional por zona geográfica .................... 29
FIGURA I.4 Comparativo de abertura ao comércio internacional ........ 30
FIGURA I.5 União Europeia: parceiros comerciais (2013) 31
FIGURA I.6 Importância do Investimento Direto Estrangeiro ............... 32
FIGURA I.7 Interdependência das nações .............................................. 33
FIGURA I.8 Maiores atores no comércio internacional ........................ 34
FIGURA I.9 Mapa das cidades globais (2010) ......................................... 37
FIGURA I.10 G8: Grã-Bretanha, Rússia, Canadá, França,
EUA, Itália, Japão e Alemanha. ........................................ 40
FIGURA I.11 Grupo dos 20 (G20) ........................................................... 43
FIGURA I.12 Comportamento do Euro (1999-2014) .............................. 63
FIGURA II.1 Comparação de spreads 83
FIGURA II.2 Evolução da cotação do Ouro desde 1950 ....................... 111
FIGURA IV.1 Intervenientes no mercado cambial ................................. 179 IV.2 Balança de Pagamentos de Portugal 2011-2013
6 (valores 10 Euros) 213
FIGURA IV.3 Importações e procura de Dólares ................................... 217 IV.4 Exportações e oferta de Dólares ...................................... 218
FIGURA IV.5 e depreciação do Euro ................................. 219 IV.6 e depreciação do Euro 220
FIGURA IV.7 Importações e apreciação do Euro ................................... 221 IV.8 Exportações e apreciação do Euro 222
FIGURA IV.9 Teoria da Paridade dos Poderes de Compra .................... 226 IV.10 Paridade das taxas de juro reais ........................................ 228
FIGURA IV.11 Teoria da paridade das taxas de juro ................................ 230 IV.12 Teoria das expectativas da taxa de câmbio ....................... 231
FIGURA IV.13 Conjugando as relações ................................................... 232
FIGURA V.1 Volume global de contratos negociados
em 84 bolsas do mundo 267
FIGURA V.2 Negociação de futuros e opções por região ..................... 268
FIGURA V.3 Volume de transações por categoria ................................ 270
FIGURA V.4 Rendimento da Cereais Nacionais, Lda.
(compradora de futuros) .................................................. 281
FIGURA V.5 Rendimento da Cooperativa Agro-Industrial
da Planície (vendedora de futuros) ................................... 281
566índice de figuras
FIGURA V.6 Ganhos com a compra de futuros ................................... 282
FIGURA V.7 a venda de futuros ...................................... 282
FIGURA V.8 a compra de opções de compra .................. 285
FIGURA V.9 Ganhos com a venda de opções de compra ..................... 286
FIGURA V.10 as opções de compra ................................... 287
FIGURA V.11 as opções de venda ...................................... 289
FIGURA V.12 Butterfly spread option ................................................... 293
FIGURA VI.1 Processo contínuo de gestão do risco .............................. 303
FIGURA VI.2 Desvios-padrão e probabilidades ..................................... 322
FIGURA VI.3 Estimação de beta ............................................................ 325
FIGURA VI.4 Histograma das rendibilidades diárias das ações da Sasha 328
FIGURA VI.5 Cálculo do VaR das ações da Sasha .................................. 329
FIGURA VI.6 VaR e TVaR .................................................................... 331
FIGURA VII.1 Venda a prazo de divisas para liquidação de exportação .. 363
FIGURA VII.2 .. 364
FIGURA VII.3 Fluxos do swap KDT-JSR ............................................... 375
FIGURA VII.4 Fluxos de caixa de Foreign Exchange Swap .........................379
FIGURA VII.5 Cross Currency Coupon Swap ....................................... 381
FIGURA VII.6 Fluxos do swap DTR-FYT .............................................. 383
FIGURA VII.7 Cobertura de posição no mercado de futuros.................. 388
FIGURA VII.8 Especificações do FX Futures (CME) EUR/USD ........... 390
FIGURA VII.9 Cotações do FX Futures (CME) EUR/USD .................. 391
FIGURA VII.10 Efeitos quando sobem ambos os preços (Mercado Normal) 397
FIGURA VII.11 Cobertura de Dólares com put option.................................407
FIGURA VII.12 e despesa em Dólares com call option
(valores em Euros) ........................................................... 409
FIGURA VIII.1 Cobertura de despesa em Milho com call option
(valores em Dólares) ........................................................ 430
FIGURA VIII.2 Cobertura de receita de Milho com put option
(valores em Dólares) 432
FIGURA VIII.3 Caps, Floors e Collars.............................................................437 IX.1 IDE Global e por grupos de economias,
1995 – 2013 (mil milhões USD) ....................................... 467
FIGURA IX.2 IDE por destino: Top Ten das Economias
em 2012-2013 (mil milhões USD) .................................... 471
FIGURA IX.3 Índice de perceção de corrupção, 2014 ............................ 497 IX.4 Índice do Risco Soberano BlackRock, janeiro 2015 ........ 520
FIGURA IX.5 ........ 521
FIGURA X.1 Distribuição dos fundos pelas entidades gestoras dos
incentivos financeiros à internacionalização (2010) ......... 553
567finanças e gestão de riscos internacionais
ÍNDICE DE TABELAS
TABELA I.1 Cidades globais .................................................................. 36 I.2 Membros da Zona Euro (2015) .......................................... 72
TABELA II.1 Comparação entre valor do investimento sem
e com conversão em ações ................................................. 99
TABELA II.2 Cotação do Ouro no início de 2015 ................................ 112 III.1 Esquema do Financiamento à Exportação:...................... 149
TABELA IV.1 Global foreign exchange market turover ........................ 172 IV.2 Principais moedas transaccionadas no mercado cambial (%) ..183
TABELA IV.3 Pares de divisas mais transacionadas (%) ......................... 184 IV.4 Distribuição geográfica do volume de transações (%)...... 184
TABELA IV.5 Taxas de câmbio com o Euro de diferentes moedas ........ 189 IV.6 bio de referência diária (15/01/2015) ......... 194
TABELA V.1 Ajuste diário das margens ................................................ 275 V.2 Contrato de Futuros EURO/USD
transacionado no NYSE/EURONEXT ......................... 277
TABELA V.3 Lista de contratos de futuros sobre ações
da Euronext Lisbon ......................................................... 279
TABELA V.4 Diferenças entre forwards e futuros ................................. 283 V.5 Expectativas de ganho e perda das opções ....................... 290
TABELA V.6 Decisão do comprador da opção ..................................... 290 V.7 Principais diferenças entre swaps e outros
ativos negociados em bolsa .............................................. 299
TABELA VI.1 Incertezas ambientais genéricas ....................................... 307 VI.2 Incertezas do setor de atividade 309
TABELA VI.3 Incertezas da empresa ...................................................... 310 VI.4 Gestão estratégica de riscos ............................................. 341
TABELA VII.1 Swaps de divisas – resumo ................................................ 384 VII.2 Influência do arbitragista no preço de equilíbrio ................ 387
TABELA VII.3 Short Hedge ..................................................................... 392 VII.4 393
TABELA VII.5 Dimensão dos contratos no PHLX
(Mercado de Filadélfia) .................................................... 401
TABELA VII.6 Exemplo de contratos de opções cotados
no NYSE EURONEXT ................................................. 402
TABELA VII.7 Exemplo de cotações dos contratos de opções
cotados no NYSE EURONEXT .................................... 403
TABELA VII.8 Cobertura de receita em Dólares com put option
(valores em Euros) ........................................................... 406
568índice de tabelas
TABELA VII.9 Cobertura de Dólares com call option
(valores em Euros) ........................................................... 408
TABELA VIII.1 Cobertura de despesa em Milho com call option
(valores em Dólares) ........................................................ 430
TABELA VIII.2 Cobertura de receita de Milho com put option
(valores em Dólares) 432
TABELA IX.1 Indicadores selecionados de IDE, 1990-2013 ................... 467 IX.2 Fluxo de IDE por região, 2011-2013 (mil milhões USD) 470
TABELA IX.3 IDE Portugal: Fluxos no/do exterior .............................. 471 IX.4 l: empresas (greenfield) ................................. 472
TABELA IX.5 l: valor das Fusões e Aquisições................... 473 IX.6 Exemplo de Classificação de Crédito .............................. 504
TABELA IX.7 classificações da dívida dos países em 2014 .. 509
569finanças e gestão de riscos internacionais
ÍNDICE DE EXEMPLOS
EXEMPLO II.1 Exemplo de operação em Eurodólares: ....................... 81
EXEMPLO II.2 Um Eurocrédito ........................................................... 85
EXEMPLO II.3 Posições longa e curta num FRA ................................. 88
EXEMPLO II.4 Cobertura de risco com FRA ....................................... 88
EXEMPLO II.5 Emissão de Eurobonds ................................................. 92
EXEMPLO II.6 Cálculo previsional da rendibilidade de um FRN básico .93
EXEMPLO II.7 Exemplo de Inverse FRN ............................................ 97
EXEMPLO II.8 Exemplo de obrigação convertível ............................... 98
EXEMPLO II.9 ................................................................................... 100
EXEMPLO III.1 Financiamento à exportação ...................................... 150
EXEMPLO III.2 Countertrade ................................................................ 65
EXEMPLO IV.1 Transações no mercado cambial .................................. 73
EXEMPLO IV.2 Mercado denotando tendência para depreciação
de uma moeda cotada ................................................. 176
EXEMPLO IV.3 Conversão de Dólares em Euros ................................ 189
EXEMPLO IV.4 Foreign Exchange Market (FOREX) ......................... 192
EXEMPLO IV.5 Uma cotação cruzada 196
EXEMPLO IV.6 Como calcular uma taxa de câmbio forward ............. 198
EXEMPLO IV.7 Prémio ou desconto ................................................... 199
EXEMPLO IV.8 Cálculo do prémio ou desconto ................................. 200
EXEMPLO IV.9 Operação a prazo: swap .............................................. 202
EXEMPLO IV.10 Cálculo de cotações forward ...................................... 203
EXEMPLO IV.11 Especulação no mercado à vista 206
EXEMPLO IV.12 Especulação no mercado a prazo ............................... 207
EXEMPLO IV.13 Arbitragem bilateral e multilateral............................. 208
EXEMPLO IV.14 Cobertura do risco de câmbio .................................... 210
EXEMPLO IV.15 Taxas de juro e taxas de câmbio spot ......................... 224
EXEMPLO IV.16 Paridade dos poderes de compra ................................ 224
EXEMPLO IV.17 Efeito de Fisher .......................................................... 227
EXEMPLO IV.18 Teoria da paridade das taxas de juro .......................... 229
EXEMPLO IV.19 Teoria das expectativas da taxa de câmbio ................. 230
EXEMPLO IV.20 Efeito Internacional de Fisher .................................... 233
EXEMPLO V.1 Contrato Forward de milho ...................................... 270
EXEMPLO V.2 Contratos Futuros de milho 271
EXEMPLO V.3 Mecanismo das margens num contrato futuro .............. 274
EXEMPLO V.4 Futuros sobre divisas e mecanismo das margens ........ 274
EXEMPLO V.5 Futuros de Francos Suíços ......................................... 276
570índice de exemplos
EXEMPLO V.6 Compra de uma opção de compra de milho .............. 285
EXEMPLO V.7 Estratégia especulativa com uma put ......................... 287
EXEMPLO V.8 Compra de uma opção de venda de milho ................. 288
EXEMPLO V.9 Estratégia especulativa com uma call 289
EXEMPLO V.10 Alavancagem com contratos de opções ...................... 294
EXEMPLO V.11 Swap entre o Banco Mundial e a IBM ........................ 297
EXEMPLO VI.1 Intervalo de confiança para a taxa de câmbio ................ 322
EXEMPLO VI.2 324
EXEMPLO VI.3 Cotação diária e VaR ................................................. 327
EXEMPLO VI.4 Cálculo de VaR de ações ............................................ 336
EXEMPLO VI.5 Cálculo de VaR de obrigações .................................... 337
EXEMPLO VI.6 Convertendo o VaR diário de uma carteira ............... 339
EXEMPLO VII.1 VaR – Simulação histórica ......................................... 349
EXEMPLO VII.2 ................................................................................... 350
EXEMPLO VII.3 Cálculo do VaR pela Matriz das Variâncias
e Covariâncias ............................................................ 352
EXEMPLO VII.4 Para apenas uma posição ............................................ 352
EXEMPLO VII.5 Para duas posições ...................................................... 353
EXEMPLO VII.6
e Covariâncias com 3 posições ................................... 353
EXEMPLO VII.7 Adaptação do preço às flutuações cambiais ................ 358
EXEMPLO VII.8 Partilha do risco ......................................................... 359
EXEMPLO VII.9 Cláusula de opção 360
EXEMPLO VII.10 Venda a prazo de divisas para liquidação
de exportação ............................................................ 362
EXEMPLO VII.11 Compra a prazo de divisas para liquidação
de importação ........................................................... 364
EXEMPLO VII.12 Cobertura do risco de câmbio de uma exportação.... 365
EXEMPLO VII.13 ra de um recebimento futuro em divisas ..... 369
EXEMPLO VII.14 Cobertura de posição com Cross Currency
Interest Rate Swap (cash-flows periódicos) .................. 372
EXEMPLO VII.15 Currency swap entre empresas (fix to fix) ................. 374
EXEMPLO VII.16 Cobertura de posição com Foreign
Exchange Swap (cash-flow único) ................................ 376CobertuForeign
Exchange Swap forward/forward ............................... 377
EXEMPLO VII.18 Cobertura de posição com Foreign
Exchange Swap spot/forward ...................................... 378
EXEMPLO VII.19 Cobertura de posição com FX Swap: duas divisas .... 379
EXEMPLO VII.20 Cross Currency Coupon Swap ................................. 380
571finanças e gestão de riscos internacionais
EXEMPLO VII.21 Cobertura de posição com Cross Currency
Coupon Swap ............................................................. 381
EXEMPLO VII.22 Cross Currency Basis Swap ......................................... 382
EXEMPLO VII.23 Futuros entre USD e CHF ....................................... 385
EXEMPLO VII.24 Comércio internacional e futuros ............................. 397
EXEMPLO VII.25 Hedging no Mercado de Futuros ............................ 399
EXEMPLO VII.26 Exportações e opções ................................................ 405
EXEMPLO VII.27 Importa 407
EXEMPLO VIII.1 Futuros e risco de descida de preço ........................... 428
EXEMPLO VIII.2 e risco de subida do preço 428
EXEMPLO VIII.3 Call option para fixar o preço máximo de compra ... 429
EXEMPLO VIII.4 Put option para fixar o preço mínimo de venda ....... 431
EXEMPLO VIII.5 Protecção contra a baixa do preço ............................ 435
EXEMPLO VIII.6 o contra a subida do preço .......................... 435
EXEMPLO VIII.7 Compra de um Cap .................................................. 436
EXEMPLO VIII.8 Taxas de juro e futuros.............................................. 439
EXEMPLO VIII.9 Swap de taxa de juro particular ................................. 441
EXEMPLO VIII.10 Swap de taxa de juro institucional ............................ 441
EXEMPLO VIII.11 Forward Rate Agreement - FRA .............................. 444
EXEMPLO VIII.12 Contrato de um cap .................................................. 445
EXEMPLO IX.1 Cálculo do custo de capital ....................................... 485
EXEMPLO IX.2 Avaliação de empresa em contexto internacional ..... 489
EXEMPLO IX.3 Credit Default Swap (A) ........................................... 511
EXEMPLO IX.4 efault Swap (B) ............................................ 511
572,6%1
Finanças e
Gestão de Riscos
Internacionais
Trata-se de uma obra didática destinada a alunos das áreas de
Finanças Internacionais.
Desta forma, a preocupação fundamental foi fornecer uma
perspetiva integrada dos instrumentos, mecanismos, instituições e
mercados que coexistem no sistema fnanceiro internacional.
Por outro lado, efetuar uma abordagem dos principais riscos
que surgem nas relações de troca ou negócios entre moedas,
atividades e fuxos monetários e fnanceiros, em que são
intervenientes empresas, bancos, bancos centrais, governos ou
organismos internacionais.
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