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The end of facebook

De
124 pages

O Futuro do Facebook e das redes sociais

Será possível o fim do Facebook estar para breve? A pergunta pode parecer descabida, mas existem indícios que a tornam uma pergunta séria e atual: um número crescente de utilizadores mais antigos estão a abandonar a rede e o mesmo acontece aos adolescentes. A saturação aumenta nos que usam a rede social, enquanto na bolsa o Facebook continua sob pressão.

Tendo este panorama como ponto de partida, o ebook "The End of Facebook" (de Pedro Barbosa, autor dos bestsellers “Speculations and Trends” e “Harvard Trends”) explora com uma assinalável profundidade as razões desta saturação nos consumidores e para onde estão a migrar os descontentes, destapando de forma inédita o véu do que será o Facebook dos próximos anos.

“The end of Facebook” chamou a atenção das redações de jornais, revistas e canais de televisão quando o próprio Facebook tomou a decisão de bloquear o crescimento da página do livro na sua rede social, que tem hoje muitos milhares de seguidores. O “ban” do Facebook ter-se-á dado sem que a empresa de Palo Alto sequer conhecesse o conteúdo do ebook, gerando uma onda de indignação.

“The end of Facebook” acaba por se tornar obrigatório, numa altura em que as revoluções do mobile, realidade aumentada e social search mudarão o panorama das redes sociais de forma definitiva.

Estar preparado para essa mudança será crucial tanto para gestores e marketers como para os curiosos e todos os que se preocuparem na sua proópria adaptação ao futuro próximo.

www.theendoffacebook.com


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Pedro Barbosa
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www.theendoffacebook.com
Pedro Barbosa
Gestor, cronista e professor, ele próprio é um mashup de diferentes áreas do conhecimento que se complementam. Natural do Porto e com 41 anos, licenciou-se em Engenharia Industrial na Universidade do Minho. Possui graduações e estudos posteriores em Inovação (UM), Gestão de Centros Comerciais (UCP), Neurociências (MIT OCW) e MBA (EGP-UPBS). Desenvolveu carreira na Sonae Indústria, Sonae Sierra e Grupo BNP Paribas.
Actualmente integra os quadros do Grupo El Corte Inglés, é docente do IPAM e da EGP-UPBS e colunista regular de edições como a Vida Económica, Focus, Metro, OJE, HiperSuper e Jornal de Negócios. É autor de três best sellers: Speculations and Trends (2009), Harvard Trends (2011) e Harvard Trends 2013, todos escritos em ambiente crowdsourcing.
www.pbarbosa.com
www.facebook.com/pedromiguelbarbosa
ÍNDICE
O fim do Facebook............................................................ 6
As tendências................................................................... 9 Afinal qual é o abismo................................................ 16 Quais são as tendências e as evidências................... 19 Tendência: Vida 2.0 .................................................... 19 Tendência: The Uncool Facebook .............................. 20
Vida 2.0........................................................................... 23
The Uncool Facebook..................................................... 37 As fontes..................................................................... 39 As razões douncoolness........................................... 40 Razão número um: os pais, a família & os amigos deles todos ....................................... 41 Razão número dois:oversharing.......................... 49 Razão número três: dosSelfies.. 51aos Narcisistas
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Razão número quatro: detalhes inócuos .............. 56 Razão número cinco:overquoting......................... 58 Razão número seis: a Brigada dos Dramáticos ... 60 Razão número sete: da área de validação à arena dos falhados ............................................. 62 Razão número oito: demasiadomainstream........ 65 Razão número nove: falta de liberdade ................ 67 Razão número dez: há melhores opções nomobile............................................................... 71 Razão número onze: abordagem intrusiva ........... 73
Para onde é a migração?............................................... 75 O Twitter ..................................................................... 83 Instagram, Flickr & Path ........................................... 86 Vine............................................................................. 91 Skype, WhatsApp, Viber, Kik, ooVoo & Hangout........ 93 Foursquare & Waze.................................................... 98 Snapchat .................................................................... 99 Tumblr ...................................................................... 102 Pinterest................................................................... 104 Outras Apps.............................................................. 107 Quo Vadis, Facebook? .............................................. 108
Agradecimentos & Fontes........................................... 120
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O FIM DO FACEBOOK?
Será este verdadeiramente o fim do Facebook? A respos-ta é simples: Não.
Se ficou com esta dúvida pelo título, desengane-se: o Facebook veio para ficar, para o bem e o para o mal.
Será este o fim do Facebook tal como o conhecemos? A resposta é igualmente simples: Sim. Sem dúvida alguma. Uma nova tendência de abandono do Facebook nasceu para ficar e crescerá de forma importante, ao mesmo tempo que novos utilizadores em países emergentes es-condem esse facto e fazem com que o Facebook continue a crescer a nível global.
Mas o estudo de tendências é assim mesmo. É nas con-tratendências, que partem de pequenos nichos, que des-
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cobrimos a inflexão do movimento, que depois se torna mainstream. E o novo movimento é este: o Facebook está a tornar-se aborrecido, envelhecido e dramático. Está a ficaruncool.
Deixou de ser sexy.
Tempo para muitos rumarem a novas paragens, a outros meios de comunicação, a formatos mais frescos. Tempo para todos nos readaptarmos ao novo Facebook, que aca-bará por ser muito mais do que foi até agora, assumindo--se como uma plataforma central que redistribui tudo o que nasce nas outras, como uma autoestrada principal: cinzenta, monótona, retilínea, previsível, mas repleta de tráfego que lhe chega de estradas e caminhos de todas as dimensões, cores e feitios.
Se o título do livro tem ainda algo de inesperado ou intri-gante, o interior do mesmo colocará a descoberto como os fenómenos familiares e intergeracionais, a relação en-treteenagers, o narcisismo exacerbado e os efeitos do oversharing nos surpreenderão, conduzindo a um novo e inédito estado de compreensão tanto das redes sociais como do comportamento humano.
Em 2011, fomos os primeiros (Harvard Trends) a levantar o dedo e dizer: as pessoas estão a começar a fechar con-
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tas na maior rede social e a mudar de pouso, em nome de uma vida 2.0. Neste livro, iremos muito mais longe. Mais do que perceber o que está a acontecer, vale a pena com-preender porquê. Mais do que conhecer quantos abando-nam o Facebook, interessa saber para onde.
Ou seja: quantos, quem, porquê, para onde e por quanto tempo?
Chega de perguntas, vamos às respostas! Antes que abandonem este conceito também e mudem para outra plataforma, que hoje alguém está a desenhar, numa ga-ragem de Palo Alto, numa sala de aula no Brasil ou num quarto minúsculo na Coreia do Sul.
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AS TENDÊNCIAS
Há muito tempo que o Facebook é considerado, consensu-almente, a maior e mais relevante rede social do mundo. Com qualquer coisa como mil e trezentos milhões de uti-lizadores, rivaliza com a Google (no segmento do search), a mais importante fatia de tráfego da Internet.
Para sermos inteiramente formais, deveríamos passar o resto deste início de microlivro a fornecer dados que com-provem tudo o que dizemos: que o Facebook é mesmo a maior rede do mundo, que lidera em praticamente todos os mercados, excepto os paísessick(Síria, Iraque, China e Coreia do Norte, aqueles onde o Facebook não é auto-rizado pelos Governos) e mais um sem-número de infor-mações factuais demasiado evidentes.
Pois bem: não vamos fazer isso. Este não é um livro aca-démico e nem sei se lhe podemos chamar mesmo um li-vro. Batizámo-lo demicrobook, porque a ideia é que se situa algures entre informações isoladas ou estatísticas
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do assunto e uma monografia que leva à exaustão uma parte da temática abordada. Neste sentido, seremos mais leves nas fontes, sem deixar de mencionar os estudos e a origem do que de relevante o “O fim do Facebook” lhe traz: os novos comportamentos dos consumidores nesta rede social, as razões que estão por detrás destes com-portamentos e o impacto destes movimentos no espetro do mundo digital, em especial das outras redes sociais e do mercado das apps.
Voltando à base: o Facebook e a Google rivalizam entre si no tráfego da Internet e existe uma razão para isso: di-nheiro. O lucro que sustenta estas empresas advém da publicidade (embora em diferentes formatos, já que a Google centra o seu negócio no mercado das procuras, enquanto o Facebook se enfoca em anúncios puros e postspromovidos), que depende, entre outros fatores, do tráfego no perímetro das suas redes e da capacidade de as segmentar da forma mais eficaz para as marcas, co-munidades e organizações.
Como se sabe, a Google – que revolucionou o mercado dos motores de busca, anos antes – nunca conseguiu do-minar nas redes sociais e mesmo o G+ (que acabou por ser a melhor de todas as tentativas), tecnicamente evo-luído e com vantagens, como a integração com o Gmail ou o Hangout (chat e videoconferências em grupo), nunca
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conseguiu ameaçar o reinado do Facebook, possivelmen-te porque chegou tarde de mais.
Este facto é muito relevante, porque provavelmente o Facebook, obcecado com a potencial concorrência do seu gigante rival, centrou as suas defesas num campo e dei-xou uma outra frente mais enfraquecida e permeável, por ter considerado o risco mais improvável.
O Facebook terá considerado três ameaças à sua lideran-
ça na área das redes sociais:
Concorrência
- O aparecimento de uma redemainstreampar- por te de um grande operador (Google ou teoricamente a Microsoft ou a Apple) que fizesse transbordar o mega-tráfego do Facebook para essa rede, como tinha acon-tecido quando o Myspace e hi5 se esvaíram para dar lugar à rede criada por Mark Zuckerberg.
Formatos & distribuição
- As plataformas de apps e os seus formatos de distri-buição, controlados pela Apple primeiro e pelo mer-cado Android mais tarde. O risco de que esta desvan-tagem no controlo da distribuição pudesse conduzir a dispositivos menos integráveis com o Facebook era
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Un pour Un
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