Menino do mato

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O vigésimo livro do poeta, divide-se em duas partes: Menino do mato e Caderno de Aprendiz. São 96 páginas de lirismo e leveza nas quais o leitor reencontra a poesia única de Manoel de Barros. A segunda parte é composta em grande parte por versos curtos, mas tão intensos em imagens e significados quanto os poemas presentes na primeira metade. O livro nos traz de volta o Menino - como explica Pascoal Soto, editor da LeYa - O Menino renasceu novamente, como sempre, como em cada um dos livros que compõem a obra deste "Fazedor de Amanhecer". A "Oficina de desregular a Natureza" de Manoel de Barros continua em franca produção. Setenta e três anos depois da publicação de seu Poemas concebidos sem pecado, eis que suas ferramentas mágicas - 1 abridor de amanhecer, 1 prego de farfalha, 1 encolhedor de rios e 1 esticador de horizontes - continuam a operar maravilhas. A matéria de sua poesia continua a mesma. Os tontos, os passarinhos, o arrebol, Bernardo, as pedras, os gorjeios, o rio, o ermo, o silêncio, o avô, a solidão... - tudo e todos estão aqui neste Menino do mato. É como se já o conhecemos de muito, mas que Manoel e suas ferramentas mágicas revelassem o Menino pela primeira vez. Ele está certo quando diz: "Sempre acho que na ponta do meu lápis tem um nascimento."
Publié le : mercredi 1 février 2012
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EAN13 : 9788580441437
Nombre de pages : non-communiqué
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Menino do mato
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