Semeadores de Esperança

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Semeadores de esperança é o décimo primeiro volume das entrevistas concedidas por Yvonne trubert ao Livre d'IVI, revista da associaçao Convite à Vida. Inspirando-se nos Evangelhos e nos preceitos de Cristo, Yvonne Trubert nos confía a base de seu ensinamento nos oito primeiros volumes de suas Crônicas. Esse volumen 11 apresenta duas outras etapas na evoluçao ao Peu, de coloquios, durante os quais os cientistas convidados deram conferêcias sobre Terra e sobre a Infância, e de dois capítulos consagrados aos países da América latina e da Ocenia. (Ouvrage en portugais)

Publié le : mardi 1 mars 2016
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EAN13 : 9782140002618
Nombre de pages : 130
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 é o décimo primeiro volume das entrevistas concedidas por Yvonne Trubert ao , revista da associação Convite à Vida. Inspirando-se nos Evangelhos e nos preceitos de Cristo, Yvonne Trubert nos confia a base de seu ensinamento nos oito primeiros volumes de suas . Os volumes 9 e 10 retratam a história de suas primeiras peregrinações. Esse volume 11 apresenta duas outras etapas na evolução da associação. As entrevistas da primeira parte, gravadas de 1991 a 1995, tratam de uma peregrinação ao Peru, de colóquios, durante os quais os cientistas convidados deram conferências sobre a e sobre a , e de dois capítulos consagrados aos países da América latina e da Oceania. Na segunda parte desta obra foram publicados alguns extratos das últimas intervenções públicas, entre setembro de 2006 e junho de 2009, época em que Yvonne Trubert retomou de modo intenso as peregrinações aos quatro cantos do mundo, terminando cada uma dessas viagens por uma conferência. “Irmãos e irmãs de Cristo, somos coerdeiros do Reino, diz Yvonne Trubert. Quando pensamos em herança, pensamos imediatamente em nossas herançashumanas, tais como os testamentos. Mas o reino de Deus, esta herança, é dada a cada um de nós. Entretanto, por amor pela humanidade, Deus nos oferece algo a mais, Ele nos deixa livres, livres para escolher: para ir a esse Reino, ou para ignorá-lo (...). Ele nos convida para nos aceitarmos uns aos outros, a nos amarmos uns aos outros como Ele nos amou, pois Ele nos ama com nossas diferenças, nossas pulsões, nossas fragilidades, nossas dificuldades, nossas angústias, nossos estresses. (...) Ele nos aceita porque sabe quem somos, no fundo de nós mesmos. A pessoa com quem vocês se parecem, a máscara que vocês puseram sobre seu rosto, não corresponde à realidade do que vocês representam. A verdadeira realidade se encontra no interior do ser humano, no centro da alma, ali onde o Espírito vem visitar o homem....”
Fotografia da autora: Prisca Léonelli Foto da capa : Coleção da autora ISBN : 978-2-343-08556-2 14
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Semeadores de Esperança
Semeadores de Esperança
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11
Crônicas de um Convite à Vida
Volume 11
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PREFÁCIO
Estou comovida por escrever este prefácio : tudo o que se refere a Yvonne Trubert é importante para mim, para nós, para todos. Não se trata de escrever aqui sobre ela. Ela não o desejava; mas certamente podemos fazêlo, podemos falar do seu ensinamento. Então, é por onde eu começarei a falar de seu ensinamento, e o farei com uma grande alegria, pois conheço seu ensinamento, gosto dele e o pratico há vários anos. No começo, ele parece simples, tão simples que nem prestamos atenção, tão habituados que estamos à sofisticação dos textos de hoje. Mas não temos de nos enganar. Sua profundidade só se revela à medida que o praticamos. É um ensinamento de vida, então, não podemos deixar de transmiti lo. Mesmo escrito, ele ainda é operante. Ele age e, pouco a pouco, a sua grandeza se impõe e eis que vamos nos abastecer na própria fonte da vida, uma vida cheia de amor, brilhante dos fogos do espírito. Eu bebi desta fonte, e tudo se clareou. Aprendi o que era o amor, a origem e o fim de todas as coisas. É bem difícil praticálo, porque esse amor vem de Deus e nós ainda não nos tornamos à sua imagem. Yvonne (é assim que prefiro chamála), Yvonne não está mais aqui, sua vida partiu para outro lugar, mas o Caminho que ela traçou está bem presente, cavado no fundo de nós mesmos e, também, no fundo da humanidade. Nesse livro vocês poderão encontrar os ecos dos colóquios que ela desejou. Eles foram aventuras proféticas. Participei desses colóquios. Os colóquios que hoje eu organizo, são resultantes dos mesmos, empregando da melhor maneira o que eu aprendi. Participando da escolha dos palestrantes, eu admirei a associação improvável de personalidades vindas de domínios tão diferentes como a ciência, a saúde, as tradições e a espiritualidade, que conviviam no pódio erguido entre flores, no campo formado de tendas nômades. Eram tendas de Beduínos, para bem representar que estamos de passagem
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sobre esta Terra. O mesmo respeito e o mesmo interesse pelo homem e pela sua sobrevivência estavam presentes em suas intervenções. Era algo audacioso. Isto nunca havia sido visto, exceto em Sevilha, nos tempos antigos, esses tempos abençoados, em que viviam em bom entendimento as três religiões da Bíblia. Esses colóquios impulsionaram a escuta e a aceitação do outro, praticados nesses temos. Sentimos uma nostalgia porque, onde fomos parar, nessa era de mísseise de atentados a bomba entre inimigos irmãos? Vocês lerão como Yvonne comenta a aventura. Posso testemunhar sua verdade. Um tipo de exaltação nos tinha contaminado, pois sabíamos que era uma aventura de vida e de futuro. Eu me lembro dos encontros sob a tenda de oração, ao cair da noite, sob o sopro de um vento cheio de doçura vindo do sul e das estrelas. Momentos místicos de amor espiritual compartilhado entre todos. Volto a rever os Aborígenes. Eles estariam pouco a vontade? Muito pouco! Eles tinham levado seu país consigo. Seudji djé ridoo se tornou um símbolo rapidamente adotado. Eu me lembro... sim! Tudo está ficando mais nítido: o impressionante Indígena que veio das terras da América do Norte. Ele era severo, austero, mas generoso: sem hesitar, ele se ofereceu para dormir no chão, para deixar sua bela tenda aos estrangeiros vindos de longe. Como tenho belas lembranças. Se fecho os olhos, sinto um pouco o perfume de um Paraíso perdido, onde reinavam a amizade e a beleza em profusão. Para mim, isso foi o nascimento de uma vocação, a de aliar as mais refinadas descobertas da ciência, da física quântica, ao que chamo de espiritualidade. Eu vi, ouvi, compreendi que isso funcionava. Vou citar como exemplo uma frase de Yvonne, sublime, misteriosa e complexa que descreve, efetivamente, o que esta ciência nos revela sobre a derradeira realidade do Universo: “As ciências físicas predominam sobre
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o invisível. Elas se antecipam a nós, pois compreenderam o extraordinário conjunto de ondas, de vida, de vibrações que se referem à conotação da Vida: o sopro.”O Sopro divino! Deus inscreve no coração de uma matéria sem matéria, por mais estranho que isso possa parecer. Uma matéria vibrante, logo, cantante... As ciências físicas se antecipam a nós, Yvonne frequentemente o afirmou. Elas estão próximas de descobrir Deus, um Deus tão amoroso que criou um universo à Sua imagem. Um segundo colóquio foi feito a seguir, sobre um tema de também grande importância: a criança. Eu poderia citar tantas passagens, eis a minha escolha: a criança deve aprender, na idade do maternal, sobre as nuvens, os ventos, os planetas e as estrelas; mais tarde, sobre os pássaros, as plantas e os animais aqui eu faço questão de dizer que hoje são raros os adultos que os conhecem. Depois, o trabalho não deve ser um dever, mas uma alegria. Aí constatamos, com evidência, o fracasso da nossa sociedade atual. Nos outros extratos que compõem esse livro, Yvonne nos estimula para nos transformarmos: cada sentimento, pensamento e ação deve ter a sua fonte em Deus. Ela nos exorta a isso sem cessar, em cada país onde ela se encontra. Não são mais, como antigamente, elementos de conhecimento, mas um grito, dirigido não apenas a nós, seus amigos, mas para toda a humanidade: “Despertem!”O livro termina com essas duas palavras que resumem tudo, “vivendo e amando”.Essa será a sua última mensagem.
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Anne de Constantin
A Peregrinação “Ser peregrino, hoje, parece algo bem poucousual, quando nos referimos aos primeiros cristãos, que deixavam tudo por uma aventura motivada apenas pela fé. Viemos a esta Terra enquanto criaturas de Deus, para testemunhar nossa filiação com o Criador, num lapso de tempo bem curto. Portanto, nossa peregrinação começa no nascimento. Durante esse périplo, nós teremos de nos abastecer de uma partilha, de coração a coração, de alma a alma, num lugar santificado, onde assim poderemos demonstrar a nossa fidelidade ao Pai, dando também a esta Terra, pela nossa presença, nossas orações, nossos cantos, nossas vibrações, a vida tal como Deus quis que ela fosse: a serviço dos homens. Caminhemos em osmose, no recolhimento, por todos os que perderam a fé, por todos os que sofrem, por todos os que gostariam de estar em nosso lugar, por todos os prisioneiros do mundo.”1 Yvonne Trubert  Editorial doLivre d’IVI, nº 67
1 OLivre d’IVInº67,A Peregrinação, foi reeditado emDirigindose Àquele que é, Crônicas de um Convite à Vida, volume 4, Yvonne Trubert, L’Harmattan, 2008, Paris.
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Notas do editor Yvonne Trubert, fundadora da associação Convite à Vida, nasceu na Bretanha em 1932. Esposa de Pierre Trubert e mãe de quatro filhos, ela sempre desejou aliviar os outros, além do tempo dedicado às suas atividades familiares e profissionais. “É difícil situar o início da missão de Yvonne Trubert, 2 escreve Régis Dericquebourg . Tão distante quanto sua memória pode relembrar, ela se lembra de ter estado atenta ao sofrimento: o seu, o da criança asmática, o das outras crianças postas em quarentena por serem contagiosas e que ela ia ver assim mesmo, o das mulheres que lhe confiavam seus problemas quando ela exercia sua profissão de comerciante. O boca a boca funciona e várias pessoas vão procurar junto a ela palavras de sabedoria e de consolo. Os problemas de saúde encabeçam as queixas. Yvonne Trubert se dá conta de que alivia os doentes e tem a impressão de ter uma missão a cumprir...”Yvonne deseja ser ajudada nesta missão. Em 29 de janeiro de 1982 ela convida para uma reunião dezessete pessoas dentre as que ela recebeu e que aceitam lhe dar apoio. Ela lhes ensina a maneira de ajudar os que precisam de conforto, lhes fala de espiritualidade, e os encoraja a rezar o Pai Nosso, a Ave Maria. Seis meses mais tarde, juntos, eles rezam o terço. Em março de 1983, o grupo de pessoas agora aumentado pelos seus amigos (uns sessenta), deposita os estatutos de uma associação denominadaInvitation à la Vieou IVI (Convite à Vida). O artigo 3 dos estatutos declara: “Num objetivo humanitário e de interesse geral, a associação se esforçará para o desenvolvimento espiritual e harmonioso do ser humano, assim como ensinar todos os meios e todos os métodos
2 Croire et guérirde Régis Dericquebourg, mestre de conferências na universidade de Lille III, Dervy, 2001, Paris.
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