A Voz da Alma

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A Voz da alma constitui o sétimo volume das entrevistas concedidas por Yvonne Trubert ao Livre d'IVI, revista da associação Convite à Vida. Através de temas como O Trabalho da terra, O Pai, O Sonho, O Antigo Testamento, “Amai-vos uns aos outros”, As Prisões, Defeitos e Virtudes, Yvonne Trubert propõe que sigamos um caminho de transformação interior. (Ouvrage en portugais).
Publié le : mercredi 15 octobre 2014
Lecture(s) : 3
EAN13 : 9782336358444
Nombre de pages : 146
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Yvonne T r uber t
A Voz da Alma
Crônicas de um Convite à Vida
A Voz da alma constitui o sétimo volume das entrevistas concedidas
por Yvonne Trubert ao Livre d’IVI, revista da associação Convite à
Vida. Através de temas como O Trabalho da terra, O Pai, O Sonho, O
Antigo Testamento, “Amai-vos uns aos outros”, As Prisões, Defeitos A Voz da Alma
e Virtudes, Yvonne Trubert propõe que sigamos um caminho de
transformação interior. Convidando-nos a um encontro com nós
mesmos e com os outros, ela nos incita à conversação, isto é, a uma
mudança de estado de espírito, para que o amor e a alegria se tornem
os sinais externos da fé.
“Cristo, diz Yvonne Trubert, veio retirar o pecado do mundo e lavá-
lo por seu sangue derramado. De fato, as pessoas continuam a fazer
a limpeza, eles não compreenderam nada. Sentindo-se culpados,
uma vez que lhes disseram que cometeram o pecado original, elas
perpetuam o pecado na sua carne e o transmitem de geração em
geração. Quando Cristo não disse: “Vocês são pecadores”, ele
disse: “Eu vim libertá-los” e retirou o pecado original. Não apenas
o reprogramaram, mas tornaram-no efciente. Continuam a fazer
as mesmas limpezas todos os dias, repetem sempre os mesmos
problemas. Seguem o programa ao contrário do ensinamento de
Cristo. Falar de amor não basta, é preciso vivê-lo, praticá-lo.” Assim,
Yvonne Trubert renova as palavras de Cristo, encorajando cada um
a atingir a dignidade, a liberdade de ser para escutar a voz da sua alma.
Crônicas de um Convite à Vida
Desde 1976, Yvonne Trubert decide se consagrar aos
outros, proporcionando-lhes escuta e conforto. Em VOLUME 7
1983, ajudada por amigos, ela funda a associação
Invitation à la Vie (Convite à Vida), também
denominada IVI. Pelas suas palavras, atos e escritos,
Yvonne Trubert semeou a esperança na França e em
todos os lugares no mundo, esperança que continua
a existir além do seu desaparecimento em 17 de agosto de 2009.
7
Fotos da capa e da autora: Prisca Léonelli.
ISBN : 978-2-343-04583-2
14,50 e
Yvonne T r uber t
A Voz da Alma







A Voz da Alma


Yvonne Trubert









A Voz da Alma




Crônicas de um Convite à Vida


VOLUME 7










Direção editorial: Albertine Gentou

Tradução: Beatriz Esteves

Gravadas entre 1984 e 1995 para o Livre d’IVI,
revista da associação Convite à Vida,
essas crônicas são extraídas de entrevistas
realizadas pela Missão Escrever e por quatro jornalistas:
Marie-Mignon Gardet, Marie d’Hennezel-Whitechurch,
Marie-Hélène Rose e Albertine Gentou.


Fotografia da capa,
Fotofrafia de Yvonne Trubert:
Prisca Léonelli

Bibliografia
Invités à Vivre, L’Harmattan, 2003 Paris.
Convidados a viver, Coletivo, L’Harmattan, 2008 Paris

Internet
www.yvonnetrubert.fr
www.invitation-a-la-vie.org/

La Voix de l’âme © L’Harmattan, 2009
A Voz da Alma © L’Harmattan, 2014



© L’Harmattan, 2014
5-7, rue de l’Ecole-Polytechnique, 75005 Paris

http://www.harmattan.fr
diffusion.harmattan@wanadoo.fr
harmattan1@wanadoo.fr

ISBN : 978-2-343-04583-2
EAN : 9782343045832
Prefácio


Yvonne Trubert me pede para pegar a caneta num
momento em que o integralismo agride sem parar a
ortodoxia dos cristãos que amam a sua Igreja, a do Cristo,
tanto quanto a sua liberdade de poder expressar o que é
importante para eles, pois creem no Espírito, em nome do
qual foram batizados.
Foi num contexto de boca a boca maledicente e
dissimulado, que eu ouvi falar pela primeira vez de
1Convite à Vida (IVI). Algumas mulheres que eu
conhecia, encontravam nessa associação a possibilidade de
se abastecerem espiritualmente, mas essas mulheres não
tinham me dito mais do que isso. Desde então – era em
1994, me parece – eu já estava decidido a me informar,
pois a cada vez que eu interrogava um de meus confrades
sobre o assunto, os mesmos discursos negativos me eram
mencionados, apesar de nenhum desses padres terem a
menor idéia a respeito de Convite à Vida no que se refere
à sua realidade concreta.
Por uma série de coincidências, em que vi a mão de
Deus, estive em Sevilha, onde realmente convivi por cinco
dias junto a uma centena de membros da família do IVI. E
cinco dias são amplamente suficientes para perceber o
equilíbrio ou a intolerância de um grupo humano.
Sevilha, independente da beleza de seus monumentos,
que não tivemos tempo para visitar, e apesar da
organização perfeita da nossa viagem, perdia para nós o
essencial do seu charme com a chuva e o frio que não
pararam de nos afetar, principalmente porque estávamos
abrigados sob tendas.

1 Quanto a Convite à Vida e IVI, ler os Anexos desse livro, à página 133.
5Mas, durante esses dias, eu fui seduzido pela acolhida
recebida, tão simples quanto calorosa, pela qualidade das
conferências, que tratavam de questões da atualidade,
como a violência dos jovens, um dos temas desses dias. A
tradução simultânea em cinco línguas, correspondia à
diversidade da origem dos participantes e à abertura ao
mundo de Convite à Vida.
Aliás, sendo informado de que havia uma recitação do
rosário às 6h30, aberta para todos, eu me associei a ela.
Contudo, me propuseram que eu celebrasse a missa com
um padre alemão, o que eu certamente aceitei, podendo
notar a qualidade e a quantidade da participação
espontânea dos congressistas, mas sem perceber nenhuma
demonstração intempestiva de fervor particular.
Deixei Sevilha, onde minha vinda se dera apenas a
título pessoal, com o sentimento de que IVI não somente
não era marcado por nenhum sectarismo, mas que esta
associação trazia a seus membros, num clima de real
fraternidade, um enriquecimento espiritual incontestável.
Voltando a Paris, eu não recebi nenhuma solicitação
particular para me tornar membro da associação, mas cada
vez que eu tive a ocasião, eu participei de uma ou de outra
reunião, onde o rosário sempre era recitado por todos, por
mais de cem pessoas. Eu fiquei profundamente
impressionado pela qualidade desta oração comum.
No dia em que foi possível tanto para um como para o
outro, Yvonne Trubert me recebeu em sua casa por um
longo tempo. Rapidamente eu senti a seu respeito tudo o
que encontramos de melhor em inúmeros cristãos que
vivem numa união permanente com Deus, sem jamais o
mencionar ou falando muito pouco sobre isso. Em todo
caso, posso dizer que cada vez que encontrei Yvonne, eu a
deixei com um grande sentimento de paz. Não era esta a
imagem que tinham me transmitido em tantas conversas
de corredor.
6Concordar em fazer um prefácio para um texto escrito
de Yvonne Trubert para mim passava a ser uma coisa
muito simples, mesmo se eu não tinha uma competência
particular para fazê-lo, senão oferecê-lo para ela como
dívida de reconhecimento pela minha participação no
colóquio de Sevilha.
Yvonne, nas páginas que ela me deu para ler, aborda
assuntos muito diversos que sentimos serem muito
importantes para ela, pois meditou a seu respeito e os abordou
no lugar referente às viagens-peregrinações feitas com IVI. Ei-
los: O Trabalho da terra; O Pai; O Sonho; O Antigo
Testamento; “Amai-vos uns aos outros”; As Prisões; Símbolos
& Lendas; Defeitos & Virtudes.
A coerência desses temas é algo a buscar na vida tal como
Yvonne Trubert a viveu com sua inteligência feminina sutil e
sua imensa capacidade de amar, em cada pessoa, o que existe
como recursos humanos e espirituais.
É por isso que amei esse livro simples, claro, feito
totalmente para a glória de Deus, de Cristo, do amor.
Independente do tema, voltamos ao amor antes de tudo: amar
a terra, a natureza, o reino animal, amar o homem, nos
amarmos uns aos outros e amar a si mesmo.
E as três chaves essenciais: primeiro a oração, por
intermédio da qual nos revitalizamos e podemos resolver
nossas próprias situações difíceis; depois a harmonização;
enfim, as vibrações.
Através de numerosos exemplos, por toda parte do
mundo, ultrapassamos as fronteiras, as separações. O homem
deve se unir a Deus, seu Pai, para recomeçar uma sociedade
nova, com seres novos. Por isso é importante a educação das
crianças, e o papel do pai e da mãe em relação ao amor.
Yvonne Trubert renova as palavras de Cristo. Obrigada,
querida Yvonne.

François du Plessis, padre de Saint-Sulpice
7Trabalho da terra
Basta alguém se referir ao Antigo Testamento para notar
que a terra, o homem e o reino animal sempre viveram em
harmonia uns com os outros. Durante milênios, o homem
retirou alimentos desta terra para se nutrir, mas respeitando-a.
Por que dizem que a terra é provedora? Todos os anos, em cada
estação, pouco importa onde nos encontremos, ela dá para o
homem os seus tesouros inesgotáveis, com a condição de que
ele a ame.
Por milhares de anos, o homem conviveu com o animal,
que fazia parte do bando humano. Não havia separação. O
homem evoluiu em companhia do reino animal e o ultrapassou
para que este viesse em socorro do homem.
Juntos eles realizaram esse trabalho coletivo com a terra.
Nas regiões mais recuadas do mundo, como nas grutas, o
homem o gravou nas pedras.
O camponês não domesticou o cavalo desde o início, foi
preciso esperar muito mais tempo para que este o
acompanhasse no seu trabalho. Compreendamos o
comportamento do camponês sobre a sua terra: ele caminha
pesadamente, ele a pisa, ele a ama. Um cidadão não pode ter
este comportamento, pois não conhece a terra. Ele se aproxima,
mas não adere à terra. Ele pula de uma pedra a outra, ele não
caminha sobre o charco, ele evita a lama. O camponês não tem
medo. Tornando-se um com ela, ele afunda na terra, convive
com ela, sem se importar com as estações.
O cultivo, a natureza sempre existiram. Não chegamos no
século XX sem que houvesse mutações nos cereais, como o
trigo, a aveia, o centeio, a cevada,o trigo negro. Essas
transformações aconteceram ao longo dos séculos, porque os
grãos foram misturados. Agora, são obtidos trigos mais
generosos, há menos palha e mais espigas, graças ao trabalho
realizado em laboratório. Inicialmente, o camponês, sozinho,
9avaliava a qualidade das suas sementes para o ano seguinte. Ele
sabia selecionar o belo trigo.
Retrocederam, pensando em avançar. Hoje constatamos
um empobrecimento da terra, que é tão rica no seu estado
natural. Ela ainda produz gêneros alimentícios extraordinários,
mas a que preço! Colocam na terra adubos químicos para fazer
os produtos se desenvolverem com uma rapidez espantosa. Mas
como ficam o sabor e a qualidade? Quais vitaminas
permanecem nas frutas? Muito poucas, na realidade!
Semeiam esta terra com produtos que ela não ingere. Ela
vai assimilá-los por um certo tempo, depois vemos o excesso
que isso provoca, como os escoamentos rápidos das águas nas
vertentes, as algas que proliferam nas águas como na Holanda,
ou esse trabalho terrível que vimos na Inglaterra... Com os
resíduos infiltrados na terra, a água suja os rios e riachos que se
jogam no mar. Para o lucro de grandes laboratórios, estes
pesquisaram por cinquenta anos para enriquecer a terra e, ao
fazê-lo, empobreceram-na. Não sabem mais respeitá-la, nem
amá-la. É preciso lhe dar um tempo para se recuperar.
Quando estivemos na Colômbia, vimos culturas de couve e
de cebola a quase 4 000 metros de altitude, sobre montanhas a
pico. Os Indígenas dessas regiões não ficam jamais no mesmo
lugar. A terra não lhes pertence. Depois de sete anos, eles
partem, deixam a cultura tal como está e ninguém tem o direito
de substituí-la. Eles deixam as suas casas.
Lá, o camponês respeita a terra. Quando ele a cultivou, que
por sete anos a terra lhe forneceu o seu trabalho, a sua semente,
o seu alimento, enfim, tornou-se a sua fonte de vida, ele
considera que a terra tem de descansar. Compreendamos o
amor dessas pessoas. Ali não há água. Elas escalam como
cabras. Com uma coragem extraordinária, elas sobem
carregando água nas costas e regam as suas culturas.
Cada reino animal prestou um serviço inacreditável para a
humanidade. Não sabemos reconhecê-lo.
10Deus criou a Terra, o reino vegetal, o mineral, o animal e,
por último, o homem. Ele criou todos os reinos para que o
homem fosse o rei, para que o homem pudesse servir todos os
reinos. Mas nos servimos tão bem de tudo, que não sabemos
mais quem serve e quem é servido.
É preciso reabilitar o respeito pela natureza e pelos animais.
Necessários à humanidade, eles vivem sobre esta Terra para nos
servir, não apenas como animais de tração, mas para que
possamos apreciá-los, pelo que eles nos trazem; cada raça tem
algo para nos trazer. Eles têm um mistério, têm milhares de
anos atrás de si; cabe a nós observar, respeitar a obra desses
animais, que são criaturas de Deus.
Desta maneira, vamos começar a amar a Terra, esta Terra
que tem uma vida tão intensa. Hoje, ela suporta mais de seis
bilhões de indivíduos. Ela vai poder nutri-los? Sim, com a
condição de não continuar a destruí-la através das fábricas
químicas, que transformam os mares, os oceanos e os rios em
depósitos de seus refugos.
Os dejetos químicos constituem um veneno violento, não
apenas para o homem, mas também para a terra. A poluição
começa por intermédio de nós, através dos seres humanos
responsáveis pelas fábricas, pelos engenheiros, pelos arquitetos,
que instalam essas infraestruturas que fazem funcionar o gás, a
eletricidade, o armamento, as usinas nucleares...
Cada um de nós é culpado. Deixamos de ensinar às
crianças a não jogar no chão os papéis, os tocos de cigarro, os
cacos de vidro. Que escândalo! Vocês iriam jogar seu lixo sobre
o corpo da sua avó?
Retomemos as coisas desde o princípio, para saber que
tudo o que vivemos pertence a Deus. Ele nos confiou a terra,
temos de fazê-la frutificar, mas Ele também nos pede para
cuidar dela. Ele não a criou simplesmente para que nós a
escavemos e que ali coloquemos sementes. Ela também se
oferece para suprir os nossos apetites em todos os sentidos.
11As montanhas existem para nos fazer apreciar a felicidade
do esqui. Tenhamos consciência desses vales, em que fluem
rios nos quais vivem peixes, não apenas pelo prazer de pescá-
los, mas também de olhá-los. Eles têm o direito de viver. Um
rio sem peixes, não poderia mais ter algas, nem esse tipo de
elementos que os peixes secretam, por uma alquimia do seu
alimento e dos seus excrementos. Que belo trabalho!
Nosso corpo é feito da mesma matéria que a dos animais.
O que é encontrado no corpo dos animais é encontrado em
nosso corpo. “Matéria, você voltará a ser matéria; poeira, você
voltará a ser poeira.” Mas subsiste uma diferença importante.
Deus nos deu, além disso, o Espírito, uma alma, uma alma
divina que deve poder restituir a vida àquela que a dá para nós:
temos de respeitar esta terra enquanto tal e reanimá-la.
O homem precisa descobrir a beleza ao seu redor, pois o
ambiente é feito para o homem e o que é feito para o homem é
feito para Deus.
Nós sujamos a terra de diversas formas. Tenhamos a
honestidade de reconhecer que esta terra nos dá a vida. A partir
disso, ela nos faz experimentar os próprios princípios da vida.
Quando vemos um raio de sol, como poderíamos nos sentir
infelizes? A alguns milhares de quilômetros, há pessoas que
lutam na lama, sem ter nada para comer... Como, nessas
condições, não reconhecer o imenso privilégio que Deus nos
concede para perceber melhor o sentido da nossa existência?
Deus quer que sejamos perfeitos. Ele nos dá todos os
elementos e os meios para que o consigamos, com a condição
que abramos o nosso coração, que nos deixemos amar para
podermos amar. Provenientes da terra, voltaremos a dar à terra
o que retiramos dela. Nunca façamos nenhuma cisão entre a
criatura e o Criador no ambiente. Observemos sempre o
princípio da vida, o do amor.
Muitos gostariam de encontrar o conhecimento que nossos
ancestrais tinham a respeito da terra e das plantas medicinais.
12Vejamos as antigas civilizações, o México, um país rico
em acontecimentos em relação à sua criatividade. Esse povo
mexicano, composto de indígenas inicialmente, tinha realizado
a maior estrutura em relação às pirâmides.
E o Egito! Cinco mil anos antes da nossa era, no Egito, os
médicos eram detentores do conhecimento perfeito, desde a
menor folha de capim, até a maior folha das palmeiras. Por
que? Não por curiosidade, não, mas pelo amor do que tinham
para fazer.
Acontece o mesmo em relação aos aborígenes na Austrália,
aos maoris na Nova Zelândia e aos povos das ilhas da Polinésia
francesa. Os Antigos, os mais instruídos, os mais inteligentes,
os mais doces, tinham a responsabilidade de criar laboratórios
permanentes, dia e noite, para secar as folhas. Curavam todas as
doenças com as plantas.
No local de Monte Albán, no México, foram descobertas
mais de cem pirâmides. Ainda há centenas para serem
descobertas, no alto das montanhas. Encontraram lajes
enterradas no interior dessas pirâmides. Sobre essas lajes veem-
se homens de todos os países do mundo, representados com as
doenças pelas quais eles tinham vindo se fazer curar. Veem-se
mulheres grávidas, pessoas mancas, pessoas corcundas.
Reconhecem-se pessoas de tipo negro, chinês, egípcio, da
Europa central. Gravadas na pedra, suas marcas não foram
apagadas, tendo sido feitas há três mil anos.
Em Monte Albán, como em tantos outros lugares como,
por exemplo, na pirâmide de Queóps, no Egito, encontra-se o
mesmo processo de cura, assim como câmaras utilizadas para a
secagem das plantas.
Os Antigos tinham a capacidade de escolher as plantas
medicinais e de curar diferentes doenças com essas plantas.
Para curar, era preciso colher a planta em certos momentos da
Lua, numa época precisa do ano.
Em Monte Albán, há uma pirâmide em que faziam secar as
plantas. Era preciso manter a mesma temperatura por alguns
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