Banco Europeu de Investimento

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1958 A MISSÃO DO BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO O BEI tem como missão promover a consecução dos objectivos 1997 da União Europeia, concedendo financiamentos a longo prazo para a realização de investimentos viáveis. • O BEI está ao serviço da União O BEI foi criado pelo Tratado de Roma. Os seus accionistas são 1 * taw;- os Estados-membros, cujos Ministros das Finanças integram o Conselho de Governadores. • O BEI oferece serviços com um "valor acrescentado" - Na apreciação e no acompanhamento de projectos e programas de investimento. Para poderem beneficiar de financiamentos do BEI, os projectos e programas têm de ser viáveis em quatro domínios fundamentais: económico, técnico, ambiental e financeiro. Cada projecto de investimento é cuidadosamente apreciado e acompanhado até à EziZ'ff r ■ *i^Hfsua conclusão. - Nos seus financiamentos. Concedendo empréstimos e mobilizando fundos de outras fontes, LIAI 11 o Banco contribui para alargar as possibilidades de financiamento. Com as suas emissões, também contribui para desenvolver os R ELATÓRIO A NUAL mercados financeiros, especialmente da União. • O BEI oferece termos e condições de primeira ordem A solidez financeira do BEI, que advém da força e empenhamento dos seus accionistas, da sua independência profissional e da qualidade da sua carteira de empréstimos, permite que o Banco obtenha fundos nas melhores condições, das quais beneficiam os destinatários dos seus empréstimos.

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1958
A MISSÃO DO BANCO
EUROPEU DE INVESTIMENTO
O BEI tem como missão promover a consecução dos objectivos
1997 da União Europeia, concedendo financiamentos a longo prazo
para a realização de investimentos viáveis.
• O BEI está ao serviço da União
O BEI foi criado pelo Tratado de Roma. Os seus accionistas são
1 * taw;- os Estados-membros, cujos Ministros das Finanças integram o
Conselho de Governadores.
• O BEI oferece serviços com um "valor acrescentado"
- Na apreciação e no acompanhamento de projectos e
programas de investimento.
Para poderem beneficiar de financiamentos do BEI, os projectos e
programas têm de ser viáveis em quatro domínios fundamentais:
económico, técnico, ambiental e financeiro. Cada projecto de
investimento é cuidadosamente apreciado e acompanhado até à EziZ'ff r
■ *i^Hfsua conclusão.
- Nos seus financiamentos.
Concedendo empréstimos e mobilizando fundos de outras fontes, LIAI 11
o Banco contribui para alargar as possibilidades de financiamento.
Com as suas emissões, também contribui para desenvolver os
R ELATÓRIO A NUAL
mercados financeiros, especialmente da União.
• O BEI oferece termos e condições de primeira ordem
A solidez financeira do BEI, que advém da força e empenhamento
dos seus accionistas, da sua independência profissional e da
qualidade da sua carteira de empréstimos, permite que o Banco
obtenha fundos nas melhores condições, das quais beneficiam os
destinatários dos seus empréstimos.
• O BEI trabalha em colaboração com outras entidades
As linhas de orientação por que se pauta o BEI são definidas em
estreita colaboração com os Estados-membros e com as restantes
instituições da União Europeia. O BEI colabora ainda com os
sectores de negócios e bancário, e também com as grandes
organizações internacionais que exercem actividades no mesmo
domínio.
• O BEI recruta pessoal qualificado e multicultural originário Φ^ίά
de todos os Estados-membros
A motivação do BEI emerge do seu contributo directo para a
construção da Europa.
BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO
A instituição financeira da União Europeia DADOS­CHAVE
Balanço (milhões de ecus) 1 997 1996 Contratos assinados
96,5 1993 1993 19,6
102,3 1994 1994 19,9 Contratosassinados26 202 23 240
119,5 21,4 1995 1995
1996 ^HMMBI 135,7 1996 WÊÊÊÊÊÊÊÊi
Na UniãoEuropeia22 958 20 946
1997 ■■■■¡Ml 157,1 1997 MÊÊÊÊ^^m 26,2
No exterior da União Europeia 3 244 2 294
Aumento de 16% do balanço Aumento de 13% dos
empréstimos concedidos (14% em 1996)
­ Africa, Caraíbas e Pacífico 60 396
­ Africa do Sul 199 56
­ Mediterrâneo 1 122 681
­ Europa Central e Oriental 1 486 1 116
­ América latina e Asia 378 45
Empréstimos em curso Financiamentos aprovados 34 215 Financiamentos aprovados 30 004
Na União Europeia 29 748 27 322
1993 97,7 1993 22,9 No exterior da União Europeia 4 467 2 705
1994 106,1 1994 22,8
114,7 ■BMBBB 917 1995 1995
Desembolsos efectuados 23 473 20 394
1996 ■■■■■ 126,7 1996 ■■■■■■ 30,0
Por conta de recursos próprios 23 346 20 265
1997 I^^^^M 142,4 1997 ■■■^^H 34,2
Por conta de outros recursos 127 129
Os empréstimos em curso atingiram Aumento de 14% dos
Recursos obtidos 23 025 17 553
230% do capital subscrito financiamentos aprovados
Em divisas comunitárias 19 639 16 078
Em divisas não s 3 387 1 475
Operações em curso
Financiamentos a cargo de recursos próprios 142 363 126 621
Garantias 386 392 s a cargo de recursos orçamentais 2 334 3 044
Empréstimos obtidos a curto, médio e longo prazo 110 394 96 649
Recursos Desembolsos
Reservas e resultados de gestão 14310 13 320
1993 14,2 1993 15,8
1994 14,1 15,4 1994
Total do balanço 157 122 135 721 1995 12,4 1995 16,7
1996 1996 ^■■■■1 ■■■■■
1997 Capital subscrito em 31.12. 62 013 ^MMH 23,0 62 013 1997 ■■■■■■ 23,3
4 652 do qual realizado e a realizar 4 652
Aumento de 31% da Aumento de 15%
captação de recursos Efectivos do Banco 980 948 dos desembolsos
Nota : Os montantes dos gráficos
são expressos em milhares de milhões de ecus. RELATÓRIO ANUAL
Φ*£ίά
BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO DADOSCHAVE
(milhões de ecus) 1997 1996 Contratos assinados ilanco
19,6 1993 96.5 1993
19,9 1994 1994 102.3 HH 26202 23 240 Contratosassinados
1995 119,5 Hi 1995
1906 ■HH 23,2 1996 ¡357
No União Europeia 22 958 20946
1997 HH 26,2 ] 157,1 1997
3 244 2 294 No exterior da União Europeia
Aumento de 13% dos
Aumento de 16% do balanço
empréstimos concedidos (14% em 1996)
■Africa, Caraibas e Pacifico 60 396
Ì99 56 ■ Africa do Sul
1 122 681 ■ Mediterrâneo
I486 1ÌÌ6 ■ Europa Central e Orientai
378 45 ■ América Latina e Asia
Financiamentos aprovados Empréstimos em curso 34215 30004 Financiamentos aprovados
Na União Europeia 29748 27322
1993 97,7 No exterior da União Europeia 4 467 2 705
106,1 1993
1995 114,7
20394 Desembolsos efectuados 23473
126,7 1996
Por conta de recursos próprios 23 346 20 265
1997 1142,4
Por conta de outros recursos 127 129
Aumento de 14% dos Os empréstimos em curso atingiram
Recursos obtidos 23 025 17553
financiamentos aprovados 230% do capital subscrito
Em divisas comunitárias 19 639 16 078
1475 Em divisas não comunitárias 3 387
Operações em curso
126621 Financiamentos o cargo de recursos próprios 142 36 33
392 Garantias 386
Financiamentos a cargo de recursos orçamentais 22 333344 3 044
110 394 96 649 Empréstimos obtidos a curto, médio e longo prazo 4
Desembolsos Recursos
Reservas e resultados de gestão 14310 13 320
1993 15,8 1993 14,2
1994 15,4 1993 Hl
Total do balanço 157122 135 721 1995 16,7 1995 HB
1996 20,3 1996 Hl
62013 Capital subscrito em 31.12. 62 013 1997 123,3 1997 HHHI23,0
do qual realizado e a realizar 4 652 4652
Aumento de 15% Aumento de 31% da
dos desembolsos Efectivos do Banco 980 948 capt Mão de recursos
Nota : Os montantes dos grálicos
são expressos em milhares de milhões de ecus. RELATÓRIO ANUAL
<&±Íl6
BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO ISBN 92-828-3201-5
Redacção concluída em 3 J de Março de 1 998 402 RELATÓRIO ANUAL DO
BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO
1958
Página
Mensagem do Presidente 5
1997: Perspectiva geral 7
40 anos ao serviço da integração europeia 8
O BEI ao serviço da integração europeia 10
Desenvolvimento regional 11
Programa de Acção Especial de Amesterdão 14
Infra­estruturas de comunicação 16
Protecção do ambiente 20
Gestão da energia 24
27 Objectivos industriais
Apoio às políticas de cooperação com países terceiros 30
África, Caraíbas e Pacífico ­África do Sul 32
Países Mediterrânicos 33
Países da Europa Central e Oriental 35
Países da América Latina e da Ásia 37
Captação de fundos 38
Dados sobre a captação 39
Gestão das disponibilidades 47
Órgãos de decisão e funcionamento do BEI 48
Órgãos de decisão 49
Funcionamento e estrutura dos serviços 54
5o Fi 59 nanceira
Resultados de gestão 61
Balanço e demonstrações financeiras 62
Parecer dos auditores independentes 82
Declaração do Comité de Fiscalização 83
Anexos
Financiamentos na União Europeia 85 s no exterior da União Europeia 99
Quadros estatísticos 103
BEI 1997 ■ RELATÓRIO ANUAL 3 MENSAGEM DO PRESIDENTE
Em 1998, o Banco Europeu de Investimento celebra os seus quarenta anos
de actividades ao serviço da integração europeia. Este aniversário acontece
numa altura em que a União conclui a integração monetária e prepara a
adesão de novos membros, sem esquecer os anseios legítimos dos seus ci­
dadãos, de um crescimento sustentável e favorável à criação de empregos.
Com a sua acção, o BEI contribui activamente para responder as estes reptos.
Dois terços dos nossos financiamentos destinam-se a projectos que reforçam
a coesão da União e promovem o desenvolvimento das suas regiões menos
desenvolvidas. Nos últimos cinco anos, o Banco contribuiu para a realização
de investimentos de um valor global superior a 1 60 mil milhões de ecus nes­
tas regiões, onde se concentra cerca de metade da população europeia.
Para apoiar o crescimento e o emprego na Europa, e na linha dos trabalhos
do Conselho Europeu de Amesterdão, o BEI instaurou um programa especial
de acção, que visa centrar uma parte substancial dos financiamentos em pro­
jectos mão-de-obra-intensivos, tais como nos sectores da saúde e do orde­
namento urbano, ou importantes para o futuro do nosso continente, como
nos domínios da educação e da protecção do ambiente. Neste contexto, o
Banco implementa, de parceria com o sector bancário europeu e o Fundo
Europeu de Investimento, uma gama de instrumentos financeiros inovadores
destinados a reforçar o acesso das PME a capitais de risco. Com este ins­
trumento, o Banco espera mobilizar até ao ano 2000 cerca de 10 mil mi­
lhões de ecus adicionais para a realização de investimentos que favoreçam
o crescimento e o emprego.
Mas o Banco também promove o desenvolvimento sustentável da União ao
financiar a melhoria do abastecimento e da gestão da nossa energia, o de­
senvolvimento tecnológico da nossa indústria, a melhoria da nossa quali­
dade de vida e as redes de comunicação e de transporte de energia em
todo o Continente.
O BEI demonstra assim constantemente a sua competência e o seu empenho
em preparar eficazmente a União Económica e Monetária.
Sendo o maior emitente não soberano do mundo, o Banco empenha-se to­
talmente, utilizando o seu óptimo rating na captação de meios vultosos, na
implementação com êxito da futura moeda única. Adoptando estratégias de
emissão inovadoras, prepara a constituição, mesmo antes de 1 de Janeiro
de 1999, de um mercado de capitais dotado de uma grande liquidez e
profundidade e dispondo de uma vasta gama de instrumentos denominados
em euros. Foi nesta perspectiva que lançámos no início de 1998 a nossa
primeira emissão global denominada em euros.
BEI 1997- RELATÓRIO ANUAL 5 O Comité
Executivo
do BEI
No exterior da União, o Banco dá um valioso contributo para o êxito das
políticas europeias de ajuda e de cooperação, de que beneficiam mais de
1 20 países em todo o mundo. Neste contexto, está particularmente empe­
nhado em preparar a adesão de novos países à União, financiando pro­
jectos conformes com as normas comunitárias nos domínios da protecção do
ambiente, das infra-estruturas de comunicação e do desenvolvimento indus­
trial. Para o efeito, criou uma "linha de crédito de pré-adesão" para o finan­
ciamento de projectos prioritários nos países candidatos da Europa Central
e em Chipre.
O Banco participa assim concretamente na construção de uma Europa mais
coesa, solidária e aberta ao mundo, e com a colaboração sinérgica do sec­
tor bancário europeu, poderá dar um maior contributo no sentido de pre­
parar o nosso Continente para os desafios do terceiro Milénio.
Sir Brian Unwin
Presidente do BEI e do seu Conselho de Administração
ÓRIO ANUAL- BEI 1997 Ó yjAj^j