Para a salvaguarda da Terra

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Para a salvaguarda da Terra constitui o nono volume das entrevistas concedidas por Yvonne Trubert ao Livre d'IVI, revista da associaçao Convite à Vida. Esta obra tambem representa o primeiro livro livro da autora publicado em carater postumo. Em 17 de agosto de 2009 Yvonne Trubert decidiu reunir-se as estrelas no firmamento. Ma, conforme o seu desejo, sua obra continua : a associaçao Invitation à la Vie (Convite à Vida) e seus registros.
Publié le : lundi 15 février 2016
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EAN13 : 9782140002175
Nombre de pages : 130
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 constitui o nono volume das entrevistas concedidas por Yvonne Trubert ao Livre d’IVI, revista da associação Convite à Vida. Esta obra também representa o primeiro livro da autora publicado em caráter póstumo. Em 17 de agosto de 2009 Yvonne Trubert decidiu reunir-se às estrelas no îrmamento. Mas, conforme o seu desejo, sua obra continua: a associação Invitation à la Vie (Convite à Vida) e seus registros. E para os que a seguiram por tantos anos, é importante prosseguir como ela teria desejado, “seguindo em frente”. Enquanto as obras anteriores forneciam temas de ensinamento e de reexão, esse volume 9 retoma a história de Convite à Vida relatando as viagens, as peregrinações animadas por Yvonne Trubert nos quatro cantos do planeta, na França, no México, na Colômbia, no Brasil, na Terra Santa, no Egito, dentre outros horizontes longínquos. “No tempo da ira, comentava Yvonne Trubert, na era em que os carros circulam cada vez mais rápidos, e que a ciência chega ao seu apogeu, o homem não pode mais se contentar com leis tão restritas e restritivas. O homem deve evoluir, é assim que Deus o quer. Permanecendo em três dimensões por demasiado tempo, temos de atravessar outras dimensões, transpor barreiras e avançar. Só podemos nos transformar se amarmos. Apenas o amor transcende tudo. É assim que se deîne a peregrinação: o caminho fundamental entre a lei e o vivido; entre esforçar-se por amar e ter prazer em amar.” Convidando-nos a um encontro com nós mesmos e com os outros, Yvonne Trubert nos incita à conversão, quer dizer, a uma mudança de estado de espírito, para que o amor e a alegria sejam os sinais externos da fé e renovem as palavras de Cristo, encorajando todas as pessoas à dignidade e à liberdade.
A partir de 1976, Yvonne Trubert decide se consagrar aos outros, proporcionando-lhes escuta e conforto. Em 1983, ajudada por amigos, ela funda a associação Invitation à la Vie (Convite à Vida), também denominada IVI. Pelos seus atos e escritos, ela semeou a esperança na França e por toda a parte do mundo até o momento de sua morte, em agosto de 2009.
Fotograîa da capa: coleção particular Fotograîa da autora: Prisca Léonelli ISBN : 978-2-343-08554-8 14
Yvonne Trubert
Para a salvaguarda da Terra
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Crônicas de um Convite à Vida
Volume 9
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Nota do editor )UHTXHQWHPHQWH RV FXULRVRV VH SHUJXQWDP FRPR D 2 DVVRFLDomRInvitation à la Vie &RQYLWH j 9LGD VXUJLX 0DV DTXHOHV H DTXHODV TXH VH LQWHUHVVDP SRU LVVR GHVFREUHP UDSLGDPHQWH TXH HVWD DYHQWXUD FRPHoRX JUDoDV j LQLFLDWLYD GH XPD ~QLFD PXOKHU <YRQQH 7UXEHUW 0XLWDV SHVVRDV HVFUHYHUDP VREUH HOD <YRQQH GH RULJHP EUHWm HVSRVD GH 3LHUUH 7UXEHUW H PmH GH TXDWUR ILOKRV VHPSUH WHYH R GHVHMR GH DOLYLDU RV RXWURV ID]HQGRR DOpP GDV VXDV DWLYLGDGHV IDPLOLDUHV H SURILVVLRQDLV “É difícil situar o início da missão de Yvonne Trubert,  HVFUHYHX 5pJLV 'HULFTXHERXUJ distante quanto pode Tão buscar na sua memória, ela se lembra de ter estado atenta ao sofrimento: ao seu, de uma criança asmática, ao das outras crianças postas em quarentena por doença contagiosa e que ela ia ver assim mesmo, ao das mulheres que lhe confiavam seus problemas quando ela exercia a sua profissão de comerciante. “O boca a boca funciona, e numerosas pessoas vão buscar junto a ela palavras de sabedoria e de consolo. Os problemas de saúde encabeçam as queixas. Yvonne Trubert se dá conta de que alivia os doentes e entende ter uma missão a cumprir (...)” “Não podendo mais atender as inúmeras demandas, Yvonne Trubert deseja ser ajudada em sua missão [...] Em 29 de janeiro de 1982 ela reúne [...] dezessete pessoas dentre aquelas de quem ela se ocupou e que aceitaram 4 ajudá-la.”
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acompanha um visitante, depois se volta para o médico, fixa seus dois olhos nos dele e lhe diz: - Isso doi, não é? Georges nem se esconde mais por trás do sorriso angelical que costuma afixar durante visitas de cortesia, e confirma essa constatação por um movimento de cabeça. Sem dizer mais nada, Yvonne o pega pela mão, o faz passar diante de todos e o harmoniza. Em cinco minutos ela o acalma completamente. No momento de se despedir dele, ela acrescenta: - Volte amanhã. Amanhã estará terminado. Voltando para seu carro, Georges não consegue se refazer da surpresa. Como pode ser! Ele se repete... “Ela me vê, compreende o que tenho, me alivia, e além disso me descreve exatamente o objeto da dor, a sua localização, quando ela não tem conhecimentos anatômicos precisos. Isso é demais!” Durante a noite, tudo se passa relativamente bem. No dia seguinte o doente volta, como previsto. Com a mesma sobriedade de palavras e de gestos, sua amiga lhe refaz uma harmonização. Ao terminar, ela especifica: - Aí está, passou. Mesmo se ainda está um pouco dolorido... Desça até o apartamento do andar abaixo, de meu filho Philippe. Beba uma taça de chá. Em vinte minutos, você verá, vai sair. Nesse momento, se você quiser ver exatamente o que tinha, de preferência urine na pia...Tudo se passa como indicado. Vinte minutos mais tarde, urinando normalmente, Georges emite num fluxo de sangue um cálculo de um tamanho considerável. Ele não consegue acreditar! Para ele é uma verdadeira descoberta. Como podemos liberar um cálculo de tal tamanho e desta natureza, em condições tão tranquilizadoras? Ele o ignora, mas ao pegar o mesmo caminho da véspera, ele se diz: “Você tem a escolha: ou você vai emboramais, ou entãoe não volta você se interessa pelo que acabou de lhe acontecer...”

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