Relatório anual do Banco Europeu de Investimento 1991

-

Documents
120 pages
Obtenez un accès à la bibliothèque pour le consulter en ligne
En savoir plus

Description

1991 1990 Dados­Chave (milhões de ecus) Financiamentos 15 338,8 13393,4 Montante total 13 325,9 15165,1 Por conta de recursos próprios 15 165,1 13 273,4 dos quais empréstimos 52,5 dos quais garantias 173,7 67,5 Por conta de outros recursos 14 422,8 12 680,5 Na Comunidade 153,4 389,5 Nos Estados ACP e nos PTU 241,5 344,5 Nos países da Bacia Mediterrânica 285,0 215,0 Nos países da Europa Central e Oriental 13672,3 10995,6 Recursos obtidos 10 001,9 7 833,0 Em moedas comunitárias 3 670,4 3162,6 Em s não s 11 951,7 Desembolsos efectuados 15 508,8 11 810,7 Por conta de recursos próprios 15 315,8 193,0 141,0 Por conta de outros recursos Operações em curso 72 713,3 61 944,8 Financiamentos por conta de recursos próprios e garantias 6 337,6 7 058,8 s por conta de outros recursos 48 459,4 (* Empréstimos obtidos a curto, médio e longo prazo . . . 58 892,6 RELATÓRIO ANUAL 57 600,0 28 800,0 Capital subscrito (em 1 de Janeiro) 1991 4 320,9 2 595,9 realizado e a realizar 6 718,9 6 860,4 Reservas e resultados de gestão 74 290,7 62 342,4 (·) Total do balanço 751 724 Efectivos do Banco ) ver demonstrações financeiras pàg. 63 Financiamentos Desembolsos Recursos Balanço 20000 5000­15000 15000 π . . oooo­ 10000 10000 _ u 5000 5000­ Γ 0­82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 Nota: Os montantes destes gráficos sâo expressos em milhões de ecus.

Sujets

Informations

Publié par
Nombre de visites sur la page 34
Langue Português
Signaler un problème

1991 1990 Dados­Chave
(milhões de ecus)
Financiamentos
15 338,8 13393,4 Montante total
13 325,9 15165,1 Por conta de recursos próprios
15 165,1 13 273,4 dos quais empréstimos
52,5 dos quais garantias
173,7 67,5 Por conta de outros recursos
14 422,8 12 680,5 Na Comunidade
153,4 389,5 Nos Estados ACP e nos PTU
241,5 344,5 Nos países da Bacia Mediterrânica
285,0 215,0 Nos países da Europa Central e Oriental
13672,3 10995,6 Recursos obtidos
10 001,9 7 833,0 Em moedas comunitárias
3 670,4 3162,6 Em s não s
11 951,7 Desembolsos efectuados 15 508,8
11 810,7 Por conta de recursos próprios 15 315,8
193,0 141,0 Por conta de outros recursos
Operações em curso
72 713,3 61 944,8 Financiamentos por conta de recursos próprios e garantias
6 337,6 7 058,8 s por conta de outros recursos
48 459,4 (* Empréstimos obtidos a curto, médio e longo prazo . . . 58 892,6
RELATÓRIO ANUAL
57 600,0 28 800,0 Capital subscrito (em 1 de Janeiro) 1991 4 320,9 2 595,9
realizado e a realizar
6 718,9 6 860,4
Reservas e resultados de gestão
74 290,7 62 342,4 (·)
Total do balanço
751 724
Efectivos do Banco
) ver demonstrações financeiras pàg. 63
Financiamentos Desembolsos Recursos Balanço
20000
5000­15000 15000 π
. . oooo­ 10000 10000
_ u
5000 5000­ Γ

82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91
Nota: Os montantes destes gráficos sâo expressos em milhões de ecus.
BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO
teresse económico e viabilidade, bem - em várias divisas, em cabazes-pa- NO EXTERIOR DA COMUNIDADE Como instituição comunitária, o BEI O BEI outorga empréstimos a partir de O Banco Europeu de Investimento (BEI),
como a sua coadunação com os crité­ drão cujo vencimento, composição e adapta constantemente a sua acção à recursos próprios, essencialmente cons­a instituição financeira da Comunidade
rios de intervenção do Banco, as orien­ taxa são pré-determinados, ou em con- Nos termos do n° 1, 2° parágrafo, do evolução das políticas comunitárias, tituídos pelo produto dos fundos que Europeia, foi criado pelo Tratado de
tações das políticas comunitárias e a re­ ¡untos de moedas ajustados às disponi- artigo 189 dos estatutos, o BEI pode promovendo o reforço da coesão eco­ obtém no mercado de capitais, masRoma que instituiu a Comunidade Eco­
gulamentação em vigor em matéria de bilidades do BEI e às preferências dos conceder financiamentos no exterior da nómica e social e a realização do Mer­ incluem também capitais próprios (capi­nòmica Europeia; os seus Estatutos
protecção do ambiente e de adjudica­ seus mutuários. Comunidade, mediante autorização cado único. tal realizado e reservas). fazem parte integrante do Tratado.
ção. São igualmente analisadas a situa­ unânime do Conselho de Governadores.
ção financeira do promotor, as perspec­ Taxas de juro O BEI é uma instituição de direito públi­ Como banco, o BEI trabalha em estrei­ No exterior da CEE, concede também
tivas de cash flow e as garantias facul­co, autónoma no seio da Comunidade, ta colaboração com o sector bancário, financiamentos a partir de recursos or­
tadas. O rating de primeira ordem («AAA») de Esta disposição aplica-se: e os seus membros são os doze Estados tanto para obter recursos no mercado çamentais da Comunidade ou dos Esta-
que o Banco usufrui permite-lhe obter que integram a CEE, os quais subscre­ de capitais, como para conceder finan­ dos-membros.
Uma vez concluída a instrução e sob os seus recursos nas melhores condições — caso a caso, quando se trate de pro­veram conjuntamente o seu capital. ciamentos.
proposta do Comité Executivo do do momento. jectos que apresentem um interesse par­
Banco, o Conselho de Administração ticular para a Comunidade (como por
decide da concessão do financiamento, Dado que não prossegue fins lucrativos, exemplo, comunicações via satélite,
tendo em conta os pareceres formula­ o BEI empresta os fundos obtidos no abastecimento energético, etc.);
dos pelo Estado-membro interessado e mercado a uma taxa que é constante­
pela Comissão das Comunidades Euro­ mente ajustada, e que corresponde ao — globalmente, até um montante-limi­
peias. custo de mercado de cada moeda, protecção do ambiente, são geralmente te estipulado por país ou por grupo de Na Comunidade do património arquitectónico e natural;
acrescido de uma margem de 0,15% países, no âmbito dos acordos, conven­— ordenamento urbano; financiados por meio de empréstimos
destinada a cobrir as despesas adminis­ ções ou decisões que regem a coopera­O Banco está essencialmente vocacio­ — consecução dos objectivos comuni­ globais.
trativas. CARACTERÍSTICAS DOS ção financeira da Comunidade. nado para contribuir de uma forma con­ tários no domínio da energia;
EMPRÉSTIMOS creta para o desenvolvimento harmo­ — reforço da competitividade interna­ Os empréstimos globais são, na prática,
As taxas são fixadas na data de assina­ Neste último contexto, a esfera de acti­nioso e equilibrado da Comunidade, em cional da indústria comunitária e da sua linhas de crédito abertas a bancos ou a
Vencimento tura do contrato, ou na data de cada vidades do BEI estende-se: conformidade com as regras de uma integração a nível europeu; instituições de crédito de âmbito euro­
desembolso (no caso dos contratos a gestão bancária rigorosa. — apoio às actividades das pequenas peu, nacional ou regional, que afectam
O BEI outorga empréstimos a médio e taxa aberta). Os empréstimos são con­e médias empresas, no âmbito de em­ as verbas concedidas para financiar di­ — aos Estados de África, das Caraíbas
a longo prazo, cujo vencimento depen­ cedidos de um modo geral a taxa fixa, préstimos globais. versos investimentos de pequenas e mé­ e do Pacífico signatários da Convenção Nos termos do artigo 20s dos Estatutos,
de das características e da vida previs­ mas também podem sê-lo a taxa revisí-dias empresas ou de autarquias locais, de Lomé (Estados ACP) e aos Países e o Banco vela por que «os seus fundos
ta do projecto. De um modo geral, o vel após um período determinado, que em conformidade com os critérios Territórios Ultramarinos (PTU); sejam utilizados da forma mais racional
vencimento varia entre 7 e 12 anos geralmente medeia entre 4 e 10 anos; do BEI. no interesse da Comunidade». INVESTIMENTOS
quando se trate de projectos industriais, podem igualmente ser concedidos a — a doze países da Bacia Mediterrâni­
podendo prolongar-se até 20 anos ou taxa variável, eventualmente convertí­ ca; O BEI financia projectos de entidades De um modo geral, o montante do em­
mais, no que respeita às infra-estrutu­ vel em taxa fixa. OBJECTIVOS públicas e privadas em todos os secto­ préstimo concedido pelo Banco não
ras. — a cinco países da Europa Central e res produtivos, incluindo: pode exceder 50% do custo do investi­
Os critérios de determinação das taxas Oriental. Em conformidade com as orientações — infra-estruturas, mento, sendo o saldo coberto por capi­
Divisas são idênticos para todos os países e sec­definidas no artigo 130e do Tratado de — energia, tais próprios do promotor ou por outros
tores. O BEI não concede bonificações Os financiamentos no exterior da Co­Roma, e tendo em conta a evolução das — indústria, serviços e agricultura. créditos. O BEI facilita o financiamento
Os empréstimos são desembolsados ao de juros, mas estas podem ser outorga­ munidade são concedidos segundo cri­políticas comunitárias, os investimentos de programas de investimento, em
par e, consoante a fórmula escolhida: das por entidades terceiras. térios específicos, determinados pelos a financiar devem contribuir para um ou Os projectos de grande dimensão são coordenação com a acção dos Fundos
— numa só divisa, sobretudo na diferentes acordos de cooperação fi­mais dos seguintes objectivos: financiados por meio de empréstimos Estruturais e de outros instrumentos fi­
moeda dos Estados-membros ou em nanceira celebrados. individuais concluídos directamente, nanceiros da Comunidade, e os seus — desenvolvimento económico das re­
ecus; ou através de intermediários financei­ empréstimos podem ser combinados giões menos favorecidas;
ros. Os investimentos das pequenas e com subvenções nacionais ou comu­— melhoria das infra-estruturas de
médias empresas, bem como os projec­ nitárias. transportes e de telecomunicações de
tos de menores dimensões no sector das interesse europeu;
infra-estruturas, ou que visem uma uti­— protecção do ambiente e da quali­ Os serviços do BEI procedem à instru­
lização mais racional da energia, ou a dade de vida, assim como salvaguarda ção dos projectos, analisando o seu in­<^>
RELATÓRIO ANUAL
1991 O presente relatório é igualmente
publicado nas seguintes línguas:
DA ISBN 92-861-0259-3
DE ISBN 92-861-0260-7
EN ISBN 92-861-0262-3
ES ISBN 92-861-0258-5
FR ISBN 92-861-0263-1
GR ISBN 92-861-0261-5
IT ISBN 92-861-0264-X
NL ISBN 92-861-0265-8
ISBN 92-861-0266-6
Redacção concluída em 7 de Abril de
1992 ÌNDICE
Pàgina PRIMEIRA PARTE Órgãos de chefia
Conselho de Governadores 4
Comité de Fiscalização
Conselho de Administração 5
Comité Executivo - Organigrama 6
Preâmbulo 9
O BEI, instituição financeira da Comunidade H
Actividades 11
Contexto económico3
Contexto comunitário7
O BEI em 1991: financiamentos na Comunidade 2
Apresentação por objectivos de política comunitária6 o por países 35
O BEI em 1991: financiamentos no exterior da Comunidade 44
Nos Estados ACP e nos PTU 4
Nos países da Bacia Mediterrânica8
Nos países da Europa Central e Oriental 50
Recursos obtidos em 19911
Evolução do mercado de capitais '. . 5
Actividade do BEI no mercado de capitais2
Resultados de Gestão9
Estrutura do BEI 6
Caixas
Aumento do capital em 1991: 57 600 milhões (p. 16) — O BEI e o Tratado da União Europeia (p. 18) —
— Cooperação internacional e assistência técnica para melhorar o ambiente (p. 20) — Os empréstimos
globais na Comunidade (p. 24) — O BEI e as grandes infra-estruturas ferroviárias (p. 28) — Transporte e
distribuição de electricidade (p. 40) — da Terceira à Quarta Convenção de Lomé (p. 46) — Desembolsos
e valores em curso (p. 56)
Demonstrações Financeiras3 SEGUNDA PARTE
Lista dos financiamentos 80
Quadros estatísticos 95
Notas ao Leitor 11CONSELHO DE GOVERNADORES
Composição em 1 de Junho de 1992
Bertie AHERN (Irlanda) Presidente
Albert REYNOLDS (Irlanda),
até Novembro de 1991
Pierre BÉRÉGOVOY (França),
até Junho de 1991
BÈLGICA Philippe MAYSTADT, Ministro das Finanças
DINAMARCA Henning DYREMOSE, Ministro das Finanças
ALEMANHA Theo WAIGEL, Ministro Federal das Finanças
GRÈCIA Stephanos MANOS, Ministro da Economia Nacional
Efthymios CHRISTODOULOU, Ministro da Economia Nacional,
até Fevereiro de 1992
Georgios SOUFLIAS, Ministro da Economia Nacional,
até Janeiro de 1991
ESPANHA Carlos SOLCHAGA CATALÁN, Ministro da Economia e das Finanças
FRANÇA Michel SAPIN, Ministro da Economia e das Finanças
Pierre BÉRÉGOVOY, Ministro de Estado, Ministro da Economia, das Finanças e do Orçamento,
até Abril de 1992
IRLANDA Bertie AHERN, Ministro das Finanças
Albert REYNOLDS, Ministro das Finanças, até Novembro de 1991
ITÁLIA Guido CARLI, Ministro do Tesouro
LUXEMBURGO Jacques SANTER, Primeiro Ministro, Ministro de Estado, Ministro do Tesouro
PAÍSES BAIXOS Wim KOK, Ministro das Finanças
PORTUGAL Jorge BRAGA DE MACEDO, Ministro das Finanças
Luís Miguel C. Pizarro BELEZA, Ministro das Finanças,
até Outubro de 1991
REINO UNIDO Norman LAMONT, Chanceler do Tesouro
COMITÉ DE FISCALIZAÇÃO
Composição em 1 de Junho de 1992
Presidente
Albert HANSEN, Secretário-Geral do Conselho do Governo, Luxemburgo
Constantin THANOPOULOS, Vice-Governador, Banco Nacional de Crédito Predial de Grécia,
Atenas, até Junho de 1991
Membros
Albert HANSEN
João PINTO RIBEIRO, Juiz Conselheiro, Tribunal de Contas, Lisboa
Constantin THANOPOULOS CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Composição em 1 de Junho de 1992
Presidente: Ernst­Günther BRÖDER
Vice-Presidentes :
Lucio IZZO
Alain PRATE
Ludovicus MEULEMANS
Roger LAVELLE
Hans DUBORG
José de OLIVEIRA COSTA, a partir de Janeiro de 1992
Miguel A. ARNEDO ORBAÑANOS exerceu as funções de Vice­Presidente até Dezembro de
1997, sendo subsequentemente nomeado Vice­Presidente honorário.
Administradores
Luigi ARCUTI Presidente dell'Istituto Mobiliare Italiano, Roma
Bruno BIANCHI Condirettore Centrale, Banca d'Italia, Roma
Richard BRANTNER Sprecher des Vorstands der Kreditanstalt für Wiederaufbau, Francoforte
Corneille BROCK Président du Conseil d'administration de la Banque et Caisse d'Épargne de l'État, Luxemburgo
Manuel CONTHE GUTIERREZ Director General del Tesoro y Politica Financiera, Ministério da Economia e das Finanças,
Madrid, até Fevereiro de 1991
Jos de VRIES Plaatsvervangend Directeur, Directie Buitenlandse Financiële Betrekkingen, Ministério das
Finanças, Haia
Mario DRAGHI Direttore Generale del Tesoro, Ministério do Tesouro, Roma, σ partir de Abril de 1991
Huw P. EVANS Deputy Secretary (Overseas Finance), Tesouro, Londres
Vicente J. FERNÁNDEZ Subdirector General del Tesoro y Política Financiera, Ministério da Economia e das Finanças,
Madrid, a partir de Marco de 1991
Manuel E. FRANÇA E SILVA Director­Geral do Tesouro, Ministério das Finanças, Lisboa, a partir de Fevereiro de 1991
Winfried HECK Ministerialdirigent, Ministério Federal das , Bona
Philippe JURGENSEN Directeur Général de la Caisse Centrale de Coopération Économique, Paris
Yves LYON­CAEN Président Directeur Général du Crédit National, Paris, a partir de Setembro de 1991
Rudolf MORAWITZ , Ministério Federal da Economia, Bona
Miguel MUÑIZ.DE LAS CUEVAS Presidente del Instituto de Crédito Oficial, Madrid
Maurice O'CONNELL Second Secretary, Ministério das Finanças, Dublin, a partir de Abril de 1991
Giovanni RAVASIO Director­Geral dos Assuntos Económicos e Financeiros, Comissão das Comunidades Europeias,
Bruxelas
Alexander J. O. RITCHIE Former Chairman, The Union Discount Company of London, pic, Londres
Denis SAMUEL­LAJEUNESSE Chef du Service des Affaires Internationales, Direction du Trésor, Ministério da Economia e das
Finanças, Paris
Mario SARCINELLI
Direttore Generale del Tesoro, Ministério do Tesouro, Roma, até Março de 1991
Michael J. SOMERS
Chief Executive, National Treasury Management Agency, Dublin, até Março de 1991
Lars TYBJERG
Member of the Board of Directors of the European Bank for Reconstruction and Development,
Londres
Jan H. G. VANORMEUNGEN
Directeur­generaal van de Administratie der Thesaurie, Ministério das Finanças, Bruxelas
Roy WILLIAMS
Deputy Secretary, Ministério do Comércio e da Indústria, Londres
Dimitrios ZACHARIADIS­SOURAS
Antigo Consultor do Ministro da Economia Nacional, Ministério da Economia Nacional, Atenas
Suplentes
David BOSTOCK Under Secretary, European Community Group, Tesouro, Londres
Pierre DUQUESNE Sous­Directeur des Affaires Multilatérales, Direction du Trésor, Ministério da Economia e das
Finanças, o partir de Maio de 1991
L Fernanda FORCIGNANÒ Direttore Generale dei Servizi Speciali e del contenzioso del Tesoro, Ministério do Tesouro,
Roma
Daniel G1ROUX Sous­Directeur des Affaires Multilatérales, Direction du Trésor, Ministério da Economia, das
Finanças e do Orçamento, Paris, até Abril de 1991
M.J.L. JONKHART President­Directeur, De Nationale Investeringsbank N.V., Haia
Eberhard KURTH Ministerialdirektor, Ministério Federal da Cooperação Económica, Bona, a partir de Setembro
de 1991
Horst MOLTRECHT Ministerialdirektor i. R., Ministério Federal da Cooperação Económica, Bona, até Agosto de 1991
Maurice O'CONNELL Second Secretary, Ministério das Finanças, Dublin, até Março de 1991
Thomas O'DWYER Director­Geral da Coordenação das Políticas Estruturais, Comissão das Comunidades
Europeias, Bruxelas
Oliver PAGE
Head of the Developing World Division, Bank of England, Londres
Eckard PIESKE
Ministerialdirigent, Ministério Federal das Finanças, Bona
Hélène PLOIX
Directeur Général Adjoint chargé de la direction des activités bancaires et financières à la
Caisse des Dépôts et Consignations, Paris
Giovanni SACCO
Dirigente Superiore, Direzione Generale del Tesoro, Ministério do Tesouro, Roma
Michael J. SOMERS
Chief Executive, National Treasury Management Agency, Dublin, a partir de Abril de 1991
J. I. C. TOSCANO
Subdirector­Geral do Tesouro, Ministério das Finanças, Lisboa, a partir de Fevereiro de 1991 COMITÉ EXECUTIVO
Composição em 1 de Junho de 1992
Presidente: Ernst-Günther BRODER
Vice-Presidentes: Lucio IZZO
Alain PRATE
Ludovicus MEULEMANS
Roger LAVELLE
Hans DUBORG
José de OLIVEIRA COSTA, a partir de Janeiro de 1992
Miguel A. ARNEDO ORBAÑANOS, até Dezembro de 1991
Organigrama
em 1 de Junho de 1992
Grupo Consultivo: Dieter HARTWICH, Eugenio GREPPI, Philippe MARCHAT e Herbert CHRISTIE
DIRECTORES DE DEPARTAMENTO CHEFES DE DIVISÃO
Auditoria Interna Jean-Claude CARREAU Secretário-Geral
Dieter HARTWICH, Director Informação e Relações Públicas Karl Georg SCHMIDT
Andrew ALLEN Direcção da Coordenação
Administração-Geral
Pessoal
Ronald STURGES
Administração do Pessoal Rémy JACOB
Política dol Gerlando GENUARDI
Jörg-Alexander UEBBING
(Assessor de Direcção)
Secretariado e Assuntos Gerais
Bruno EYNARD
Gabinete de Representação em Bruxelas Joachim MÜLLER-BORLE
Secretariado Peter HELGER
Tradução Christopher SIBSON
Serviços Internos Adriaan ZILVOLD
Serviços de Gestão
Roger'ADAMS
Organização e Métodos Dominique de CRAYENCOUR
Informática Ernest ERPELDING
Orçamento Hugo WOESTMANN
Financiamentos na
Comunidade
Direcção 1
Eugenio GREPPI, Director (') Operações na Itália, Roma
Giorgio RATTI, Director Central Filippo MANZI
Ernest LAMERS Alain BELLAVOINE
Agostino FONTANA
Caroline REID
Operações na Dinamarca, na Alemanha e
em Espanha
José OLIVA MARÍN Fridolin WEBER-KREBS
Walter CERNOIA
Gabinete de Madrid Fernando DE LA FUENTE
(Chefe do gabinete)
Direcção 2
Pitt TREUMANN, Director Operações na França, na Grécia, na Bélgica,
no Luxemburgo e nos Países Baixos
Gérard d'ERM Jean-Louis BIANCARELLI
Konstantin ANDREOPOULOS
Christian CAREAGA
Gabinete de Atenas Arghvro YARMENITOU
(Chefe do gabinete)
Operações no Reino Unido, no Mar do Norte,
na Irlanda e em Portugal
Francis CARPENTER Brian FEWKES
Jos VAN KAAM
Richard POWER
Thomas BARRETT
(Assessor de Direcção)
Gabinete de Lisboa Filipe CARTAXO
(Chefe do gabinete)
Guy BAIRD Gabinete de Londres
(Chefe do gabinete)
Unidades organizacionais ligadas
André DUNAND às Direcções 1 e 2 Coordenação
Administração dos financiamentos
Manfred KNETSCH Thomas HALBE
Alessandro MORBILLI
José Manuel MORI
Andreas VERYKIOS
(') Dirige igualmente o grupo de coordenação de todas as operações na Comunidade. Organigrama (cont.j
CHEFES DE DIVISÃO DIRECTORES DE DEPARTAMENTO
Direcção dos Financiamentos
no exterior da Comunidade
Jacques SILVAIN, Director
Coordenação Martin CURWEN
Apoio ao controlo dos financiamentos Alfred KA WAN
Terence BROWN Unidade Europa de Leste
Christopher KNOWLES
(Assessor de Direcção)
ACPI
Jacqueline NOEL Thomas OURSIN
Patrick THOMAS
Guy BERMAN
ACP2
Justin LOASBY Rex SPELLER
Nicolas URMES
Claudio CORTESE
Países Mediterrânicos
Pietro PETTOVICH Jean-Paul SEILLER
Robert WILSON
Direcção das Finanças e da
Tesouraria
Philippe MARCHAT, Director Coordenação Henri-Pierre SAUNIER
Mercado de Capitais
Ulrich DAMM Jean-Claude BRESSON
Ulrich MEIER
Thomas HACKETT
Joseph VÖGTEN
Tesouraria
Luc WINAND Lucio RAGUSIN
Eberhard UHLMANN
Ralph BAST
lain JAMIESON
Contabilidade Geral
Charles ANIZET Francois ROUSSEL
Luis BOTELLA MORALES
Direcção de Estudos
Herbert CHRISTIE, Director Coordenação Jacques GIRARD
Estudos Económicos na Comunidade
Michel DELEAU Patrice GÉRAUD
Carlo BOLATTI
Horst FEUERSTEIN
Mateu TURRÓ CALVET
Estudos Económicos no exterior da
Comunidade
Luigi GENAZZINI Stephen McCARTHY
Daniel OTTOLENGHI
Henri BETTELHEIM
(Assessor de Direcção)
Estudos Financeiros
Alfred STEINHERR Pier Luigi GILIBERT
Documentação e Biblioteca Marie-Odile KLEIBER
Direcção dos Assuntos
Jurídicos
Xavier HERLIN I Giannangelo MARCHIGIANI
Roderick DUNNETT
Marc DUFRESNE
Robert WAGENER
Hans-Jürgen SEELIGER
Serviço de Consultores Técnicos
CONSULTORES TÉCNICOS CHEFE DE GRUPO
Agro-indùstria
Peder PEDERSEN Jean-Jacques SCHUL (2)
Indùstria transformadora e electrónica
Patrick MULHERN J. Garry HAYTER
Bernard BÉLIER
Petro-energia, indùstria química e aeronàutica
Jean-Jacques MERTENS Hemming JØRGENSEN
Richard DEELEY
Energia eléctrica, minas e resíduos sólidos
Günter WESTERMANN René VAN ZONNEVELD
Gerhart GERECHT
(Assessor de Direcção)
Infra-estuturas
Peter BOND Jean-Pierre DAUBET
Philippe OSTENC
Luis LÓPEZ RODRÍGUEZ (') Com funções de director desde 1.1.1991.
(') Assegura a coordenação das actividades do serviço dos CT.