Relatório anual do Banco Europeu de Investimento 1993

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1993 1992 Dados-chave (milhões de ecus) 17033 19611 Financiamentos concedidos 16 904 19 531 Por conta de recursos próprios 19 480 16 830 dos quais empréstimos 51 74 dos garantias 80 129 Por conta de outros recursos 17 724 16 140 Na Comunidade 2363 dos quais Instrumento de Edimburgo — 226 252 Nos Estados ACP e nos PTU 680 321 Nos países da Bacia Mediterrânica 882 320 Noss da Europa Central e Oriental 99 Nos países da América Latina e da Ásia — 14224 12974 Recursos obtidos 9 058 Em moedas comunitárias 11 334 3916 2 890 Ems nãos 15 980 14 898 Desembolsos efectuados 14 798 15818 Por conta de recursos próprios 162 100 Por conta de outros recursos Operações em curso 98 022 84 273 Financiamentos por conta de recursos próprios e garantias 4 334 5 414 s por conta de outros recursos 78 661 67 784 Empréstimos obtidos a curto, médio e longo prazo . . . RELATÓRIO ANUAL 1993 57 600 57 600 Capital subscrito 4 321 4 321 realizado e a realizar 7838 9165 Reservas e resultados de gestão 84 667 96 537 Total do balanço 810 785 Efectivos do Banco Bale Desembolsos Recursos Financiamentos (contratos assinados) 20 000 15 000 91 93 85 87 85 87 89 91 93 85 87 89 91 93 85 87 89 91 93 Nota: Os montantes destes gráficos são expressos em milhões de ecus.

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1993 1992 Dados-chave
(milhões de ecus)
17033 19611 Financiamentos concedidos
16 904 19 531 Por conta de recursos próprios
19 480 16 830 dos quais empréstimos
51 74 dos garantias
80 129 Por conta de outros recursos
17 724 16 140 Na Comunidade
2363 dos quais Instrumento de Edimburgo —
226 252 Nos Estados ACP e nos PTU
680 321 Nos países da Bacia Mediterrânica
882 320 Noss da Europa Central e Oriental
99 Nos países da América Latina e da Ásia —
14224 12974 Recursos obtidos
9 058 Em moedas comunitárias 11 334
3916 2 890 Ems nãos
15 980 14 898 Desembolsos efectuados
14 798 15818 Por conta de recursos próprios
162 100 Por conta de outros recursos
Operações em curso
98 022 84 273 Financiamentos por conta de recursos próprios e garantias
4 334 5 414 s por conta de outros recursos
78 661 67 784 Empréstimos obtidos a curto, médio e longo prazo . . .
RELATÓRIO ANUAL
1993 57 600 57 600 Capital subscrito
4 321 4 321
realizado e a realizar
7838 9165
Reservas e resultados de gestão
84 667 96 537
Total do balanço
810 785
Efectivos do Banco
Bale Desembolsos Recursos Financiamentos
(contratos assinados)
20 000
15 000
91 93 85 87 85 87 89 91 93 85 87 89 91 93 85 87 89 91 93
Nota: Os montantes destes gráficos são expressos em milhões de ecus.
BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO
Divisas O BEI outorga empréstimos a partir rais e de outros instrumentos finan­O Banco Europeu de Investimento (BEI), Como instituição comunitária, o BEI No exterior
de recursos próprios, essencialmente ceiros da Comunidade; os empréstimos instituição financeira da Comunidade adapta constantemente a sua acção à
da Comunidade
do BEI podem ser articulados com sub­ Os empréstimos são desembolsados ao Europeia criada pelo Tratado de Roma, evolução das políticas comunitárias, constituídos pelos fundos que obtém no
venções nacionais ou comunitárias. par e, consoante as disponibilidades do viu o seu papel confirmado pelo Trata­ contribuindo para a construção eu­ mercado de capitais, e que incluem
O BEI concede também financiamentos BEI e as preferências dos seus mutuá­do da Unido Europeia; os seus Estatu­ ropeia, em particular, para a realiza­ também capitais próprios (capital rea­
rios: para projectos no exterior da Comu­tos constituem um protocolo anexo ao ção do mercado interno, e promovendo lizado e reservas).
APRECIAÇÃO nidade, mediante autorização do Con­Tratado. o reforço da coesão económica e
selho de Governadores. Esta disposição social. — numa só divisa; No exterior da CE, o BEI concede finan­
aplica-se: Os serviços do BEI procedem à apre­ — em váriass O BEI é uma instituição de direito pú­ ciamentos a cargo de recursos próprios
ciação dos projectos, analisando o seu blico, que goza de autonomia financei­ Como banco, o BEI trabalha em e, sob mandato, a cargo de recursos
— caso a caso, quando se trata de interesse económico e viabilidade técni­ As divisas empregues são as dos Esta­ra no seio da Comunidade; os seus estreita colaboração com o sector ban­ orçamentais da Comunidade ou dos
ca e financeira, bem como a sua coa- dos-membros, o ecu e certas divisas uti­ projectos que apresentam um interesse membros são os doze Estados que inte­ cário, tanto para obter os seus recursos Estados-membros.
dunação com as orientações das políti­ lizadas a nível internacional. particular para a Comunidade (como gram a CE, os quais subscreveram con­ no mercado de capitais, como para
cas comunitárias e a regulamentação por exemplo, nos domínios das comu­juntamente o seu capital. financiar investimentos.
em vigor em matéria de protecção do nicações e do abastecimento ener­
ambiente e de adjudicação. São igual­ Taxas de juro gético);
mente analisadas a situação financeira
do promotor, as perspectivas de cash O crédito de primeira ordem («AAA») — globalmente, até um montante-limi­Os projectos de pequena e média di­— protecção do ambiente e da qua­Na Comunidade
flow e as garantias facultadas. de que o Banco usufrui permite-lhe an­ te estipulado por país ou por grupo lidade de vida, assim como salvaguar­ mensão são financiados por meio de
gariar fundos nas melhores condições de países, no âmbito dos acordos, da do património arquitectónico e empréstimos globais.
do momento. convenções ou decisões que regem a Uma vez concluída a apreciação e sob O Banco está essencialmente vocacio­ natural;
cooperação financeira da Comunidade. proposta do Comité Executivo do nado para contribuir de uma forma con­ — ordenamento urbano; Os empréstimos globais são, na prática,
Banco, o Conselho de Administração Dado que não prossegue fins lucrativos, creta, por meio do financiamento de in­ linhas de crédito temporárias abertas a — consecução dos objectivos comu­
decide da concessão do financiamento, o BEI empresta os fundos obtidos no Neste último contexto, a esfera de ac­vestimentos, para o desenvolvimento bancos ou a instituições de crédito de nitários no domínio da energia;
tendo em conta os pareceres formula­ mercado a uma taxa que é constante­ tividades do BEI estende-se: harmonioso e equilibrado da Comu­ âmbito europeu, nacional ou regional, — reforço da competitividade interna­
dos pelo Estado-membro interessado e mente ajustada, e que corresponde ao nidade, em conformidade com as regras que afectam as verbas concedidas para cional da indústria e da sua integração
pela Comissão das Comunidades Euro­ custo de mercado de cada moeda, — aos Estados de Africa, das Caraíbas de uma gestão bancária rigorosa. financiar, em conformidade com os a nível comunitário;
peias. acrescido de uma margem de 0,15% e do Pacífico signatários da Convenção critérios do BEI, projectos do sector pro­— apoio às actividades das pequenas
destinada a cobrir as despesas admi­ de Lomé (Estados ACP) e aos Países e dutivo, em geral de pequenas e médias e médias empresas. Nos termos do artigo 20'. dos Estatutos,
nistrativas. Territórios Ultramarinos (PTU); empresas, e projectos de infra-estrutu­o Banco vela por que «os seus fundos
ras, sobretudo nos domínios das comu­ CARACTERÍSTICAS sejam utilizados da forma mais racional
nicações e do ambiente, realizados por As taxas são fixadas na data de assi­ — aos países signatários de acordos de DOS EMPRÉSTIMOS no interesse da Comunidade».
autarquias locais. natura do contrato, ou na data de cada cooperação ou de associação com a INVESTIMENTOS
desembolso (no caso dos contratos a Vencimento Comunidade:
taxa aberta). De um modo geral, os em­OBJECTIVOS O BEI financia projectos de entidades De um modo geral, o montante do em­
préstimos são concedidos a taxa fixa, O BEI outorga empréstimos a longo • na Bacia Mediterrânica; públicas e privadas em todos os secto­ préstimo concedido pelo Banco não
mas também pode ser aplicada uma prazo, cujo vencimento depende das • na Europa Central e Oriental; pode exceder 50 % do custo do investi­Em conformidade com as orientações res da economia, incluindo:
taxa revisível após um período determi­características e da vida técnica do • na América Latina e na Asia. mento ('), sendo o saldo coberto por ca­definidas nos tratados, e tendo em
nado, que geralmente medeia entre 4 e projecto. De um modo geral, o venci­pitais próprios do promotor ou por ou­conta a evolução das políticas comu­ — infra-estruturas nos domínios das co­
10 anos; podem também ser concedidos mento varia entre 7 e 12 anos quando — aos países da Associação Europeia tros créditos. nitárias, os investimentos a financiar municações, do ambiente e da energia;
a taxa variável, eventualmente conver­se trata de projectos industriais, po­ de Comércio Livre (EFTA), durante o devem contribuir para um ou mais dos — a indústria, os serviços e a agricul­
tível em taxa fixa. dendo prolongar-se até 20 anos ou período 1994-1995 (pág. 22). seguintes objectivos: O BEI facilita o financiamento de pro­tura.
mais, quando se trata de infra-estru­gramas de investimento, em coorde­
turas. Os critérios de fixação das taxas são Os financiamentos no exterior da Co­Os projectos de grande dimensão são nação com a acção dos Fundos Estrutu-— desenvolvimento económico das re­
idênticos para todos os países e secto­ munidade são concedidos segundo giões menos favorecidas; financiados por meio de empréstimos
res. O BEI não concede bonificações de critérios específicos, definidos nos dife­individuais concluídos directamente, Pode ser concedido um período de ca­— melhoria das infra-estruturas de
(') Este limite máximo foi elevado para os projectos fi­
juros, mas estas podem ser outorgadas rentes acordos de cooperação financei­ou através de intermediários finan­ rência do reembolso do capital, cuja du­transportes e de telecomunicações de
nanciados no quadro da iniciativa de crescimento
por entidades terceiras. ra celebrados. ceiros. lançada em Edimburgo em finais de 1992 (pág. 13). ração varia em geral entre 2 e 5 anos. interesse europeu; <^>
RELATÓRIO ANUAL
1993 O presente relatório é igualmente
publicado nas seguintes línguas:
DA ISBN 92-826-7702-8
DE ISBN 92-826-7703-6
EN ISBN 92-826-7705-2
ES ISBN 92-826-7701-X
FR ISBN 92-826-7706-0
GR ISBN 92-826-7704-4
IT ISBN 92-826-7707-9
NL ISBN 92-826-7708-7
ISBN 92-826-7709-5
Redacção concluída em 22 de Marco de 1994 36? RELATÓRIO ANUAL DO BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO
ÍNDICE
Órgãos de chefia Página
Conselho de Governadores 4
Comité de Fiscalização
Conselho de Administração 5
Comité Executivo - Organigrama 6
Preâmbulo 9
O BEI, instituição financeira da Comunidade 11
Objectivos e resultados 1
O exercício de 1993: perspectiva global2
Contexto económico6 o comunitário8
O BEI em 1993 25
Financiamentos na Comunidade
Apresentação por objectivos de política comunitária 29 o por países 3
Financiamentos no exterior da Comunidade 4
Estados ACP e PTU
Países da Bacia Mediterrânica 53
Países da Europa Central e Oriental4
Países da América Latina e da Ásia7
Recursos obtidos9
Evolução do mercado de capitais
Operações lançadas nos mercados financeiros 60
Gestão da tesouraria
Estrutura do BEI 65
Contas anuais
Resultados de Gestão
Demonstrações Financeiras 7
Relatório dos auditores externos 84
Declaração do Comité de Fiscalização
Anexos7
Lista dos financiamentos
Quadros estatísticos 100
Notas ao Leitor 118 CONSELHO DE GOVERNADORES
Composição em 15 de Maio de 1994
Presidente Jacques SANTER (Luxemburgo)
Piero BARUCCI (Itália)
até Junho de 1993
BELGICA Philippe MAYSTADT, Ministro das Finanças
DINAMARCA Mogens LYKKETOFT,o dass
ALEMANHA Theo WAIGEL, Ministro Federal das Finanças
GRÉCIA Yannos PAPANTONIOU, Ministro da Economia Nacional
Giorgos GENNIMATAS, Ministro da Economial
falecido em 25 de Abril de 1994
Stephanos MANOS, Ministro da Economia Nacional e das Finanças
até Outubro de 1993
ESPANHA Pedro SOLBES MIRA, Ministro da Economia e das Finanças
Carlos SOLCHAGA CATALÁN, Ministro da Economia e das Finanças
até Julho de 1993
FRANCA Edmond ALPHANDÉRY, Ministro da Economia
IRLANDA Bertie AHERN, Ministro das Finanças
ITÁLIA Lamberto Dl NI, Ministro do Tesouro
Piero BARUCCI, Ministro do Tesouro
até Maio de 1994
LUXEMBURGO Jacques SANTER, Primeiro Ministro, Ministro de Estado e Ministro do Tesouro
PAÍSES BAIXOS Wim KOK, Vice-Primeiro Ministro e Ministro das Finanças
PORTUGAL Eduardo CATROGA, Ministro das Finanças
Jorge BRAGA DE MACEDO, Ministro das Finanças
até Dezembro de 1993
REINO UNIDO Kenneth CLARKE, Chanceler do Tesouro
COMITÉ DE FISCALIZAÇÃO
Composição em 15 de Maio de 1994
Presidente
Constantin THANOPOULOS,
Ex-Governador do Banco Nacional de Crédito Predial de Grécia, Atenas
João PINTO RIBEIRO, Juiz Conselheiro do Tribunal de Contas, Lisboa
até Junho de 1993
Membros
Constantin THANOPOULOS
Albert HANSEN, Secretário-Geral do Conselho do Governo, Luxemburgo
Ciriaco VICENTE MARTÍN,
Presidente da Secção de Fiscalização do Tribunal de Contas, Madrid CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Composição em 15 de Maio de 1994
Presidente: Sir Brian UNWIN
Vice-Presidentes :
Lucio IZZO
Alain PRATE
Hans DUBORG
José de OLIVEIRA COSTA
Wolfgang ROTH
Corneille BRÜCK
Ludovicus MEULEMANS exerceu as funções de Vice-Presidente até Junho de 1993,
tendo sido subsequentemente nomeado Vice-Presidente honorário.
Administradores:
Luigi ARCUTI Presidente dell'Istituto Mobiliare Italiano, Roma
Isabel BARATA Subdirectora-Geral do Tesouro, Direcção-Geral do Tesouro,
Ministério das Finanças, Lisboa
David BOSTOCK Under Secretary, Head of European Community Group (Overseas Finance),
HM Treasury, Londres
Richard BRANTNER Sprecher des Vorstands der Kreditanstalt für Wiederaufbau, Francoforte
Sinbad COLERIDGE Chief Executive, Structured Finance Division, Barclays de Zoete Wedd Ltd., Londres
Manuel CONTHE GUTIÉRREZ Director General del Tesoro y Política Financiera,
Ministerio de Economia y Hacienda, Madrid
Jos de VRIES Plaatsvervangend Directeur, Directie Buitenlandse Financiële Betrekkingen,
Ministerie van Financiën, Haia
Mario DRAGHI Direttore Generale del Tesoro, Ministero del Tesoro, Roma
Jean-Yves HABERER Inspecteur général des Finances, Paris
Winfried HECK Ministerialdirigent, Bundesministerium der Finanzen, Bona
Philippe JURGENSEN Directeur Général de la Caisse Française de Développement, Paris
Yves MERSCH r du Trésor, Ministère du Trésor, Luxemburgo
Rudolf MORAWITZ ,m für Wirtschaft, Bona
Miguel MUÑIZ DE LAS CUEVAS Presidente del Instituto de Crédito Oficial, Madrid
Ariane OBOLENSKY Chef du Service des Affaires Internationales, Direction du Trésor,
Ministère de l'Économie, Paris
Maurice O'CONNELL Governor of the Central Bank of Ireland, Dublin
Petros P. PAPAGEORGIOU Professor Associado, Departamento de Economia, Universidade do Pireu, Pireu
Vincenzo PONTOLILLO Direttore Centrale, Banca d'Italia, Roma
Giovanni RAVASIO Director-Geral dos Assuntos Económicos e Financeiros,
Comissão das Comunidades Europeias, Bruxelas
Lars TYBJERG Secretário Permanente Adjunto, Gabinete do Primeiro Ministro, Copenhaga
Jan H.G. VANORMEUNGEN Directeur-generaal van de Administratie der Thesaurie,
Ministère des Finances, Bruxelas
Roy WILLIAMS Deputy Secretary, Department of Trade and Industry, Londres
Suplentes
Giancarlo DEL BUFALO Dirigente Generale, Ministero del Tesoro, Roma
Pierre DUQUESNE Sous-Directeur des Affaires Multilatérales, Direction du Trésor,
Ministère de l'Économie, Paris
Vicente J. FERNÁNDEZ Subdirector General del Tesoro y Política Financiera,
Ministerio de Economia y Hacienda, Madrid
Francesco GIAVAZZI Dirigente Generale, Direzione Generale del Tesoro, Ministero del Tesoro, Roma
M.J.L JONKHART President-Directeur, De Nationale Investeringsbank N.V., Haia
Eberhard KURTH Ministerialdirektor, Bundesministerium für Wirtschaftliche Zusammenarbeit, Bona
Eneko LANDÁBURU ILLARRAMENDI Director-Geral das Políticas Regionais, Comissão das Comunidades Europeias, Bruxelas
Oliver PAGE Head of Wholesale Markets, Supervision Division, Bank of England, Londres
Pierre RICHARD Président-Directeur Général du Crédit Local de France, Paris
Michael J. SOMERS Chief Executive, National Treasury Management Agency, Dublin
Konrad SOMMER Ministerialrat, Bundesministerium der Finanzen, Bona
Philip WYNN OWEN Head of the Transport Policy Division, HM Treasury, Londres COMITÉ EXECUTIVO
composição em 15 de Maio de 1994
Presidente: Sir Brian UNWIN
Vice-Presidentes: Lucio IZZO
Alain PRATE
Hons DUBORG
José de OLIVEIRA COSTA
Wolfgang ROTH
Corneille BRÜCK
Ludovicus MEULEMANS exerceu as funções de Vice-Presiden­
te até Junho de 1993, tendo sido subsequentemente
nomeado Vice-Presidente honorário.
Organigrama
composição em 15 de Maio de 1994
Secretário-Geral Assuntos Gerais
Coordenação
Thomas OURSIN Martin CURWEN Theoharry GRAMMATIKOS
Secretariado Peter HELGER
Informação e Comunicação Karl Georg SCHMIDT
Orçamento Hugo WOESTMANN
Joachim MÜLLER-BORLE Gabinete de Representação em Bruxelas
Roger ADAMS, Conselheiro especial
Recursos Humanos Administração do Pessoal Gerlando GENUARDI
Ronald STURGES Política do Pessoal Daphne VENTURAS
Recrutamento Jörg-Alexander UEBBING
Tecnologias de Informação Estudos e Desenvolvimento
Albert BRANDT
Rémy JACOB
Serviços Administrativos Serviços Internos
Adriaan ZILVOLD
Alessandro MORBILLI Tradução
Auditoria Interna Jean-Claude CARREAU
Direcções de Financiamentos na Comunidade
Coordenação André DUNAND
Direcção PMI Operações na Itália, Roma Infra-estruturas Filippo MANZI
Giorgio RATTI ( Caroline REÍD Energia e ambiente Michael O'HALLORAN
Indústria Laurent DE MAUTORT
Instituições de crédito Bruno LAGO
Operações em Espanha Sector privado Jos VAN KAAM
Armin ROSE público Francisco DOMÍNGUEZ
Gabinete de Madrid Fernando DE LA FUENTE
Operações na Dinamarca e na
Alemanha Dinamarca Paul DONNERUP
Fridolin WEBER-KREBS Alemanha Henk DELSING
Direcção PM2 Operações em França, na França Alain BELLAVOINE
Pitt TREUMANN Bélgica, no Luxemburgo Benelux Christian CAREAGA
e nos Países Baixos
Gérard d'ERM
Operações no Reino Unido, RU: Infra-estruturas, Indústria e Bancos Andreas VERYKIOS
RU: Transporte e Energia, Mar do Norte no Mar do Norte e em Portugal Thomas BARRETT
Thomas HACKETT Gabinete de Londres Guy BAIRD
Portugal Filipe CARTAXO
Gabinete de Lisboa Ian PACE
Operações na Grécia Grécia Konstantin ANDREOPOULOS
e na Irlanda Gabinete de Atenas Arghyro YARMENITOU
Ernest LAMERS Irlanda Richard POWER
Crédito e Administração dos Sector público (países de PM 1) Agostino FONTANA
Financiamentos de PM2) Brian FEWKES
Francis CARPENTER Sector privado (países de PM 1) José Manuel MORI de PM2)
Instituições financeiras Dominique de CRAYENCOUR
(') Eugenio GREPPI, anteriormente director de PM1, foi destacado em 1 de Abril de 1994 para o cargo de Presidente designado do Comité
Financeiro do Fundo Europeu de Investimento Organigrama (continuação)
Direcção dos Financiamentos no Exterior da Comunidade
Marc BECKER Michel DELEAU Controlo e Coordenação Coordenação
Manfred KNETSCH Apoio ao controlo dos financiamentos Alfred KAWAN
Michel HATTERER
ACPI e ALA Caraíbas e América Latina Claudio CORTESE
Rex SPELLER Asia, Pacífico, Madagáscar e Maurício Patrick THOMAS
Africa Oriental Jacqueline NOEL
ACP2 África Ocidental Nicolas URMES
Jean-Louis BIANCARELLI Africa Central Guy BERMAN
África Austral Justin LOASBY
Países Mediterrânicos Magrebe e Turquia
Alain SÈVE
Pietro PETTOVICH Machereque, Médio-Oriente,
Malta e Chipre
Robert WILSON
Europa Central e Oriental Polónia, Hungria, Países Bálticos,
Terence BROWN Ex-Jugoslàvia e Eslovénia Walter CERNOIA
Rep. Checa, Eslováquia, Bulgária,
Roménia e Albânia Christopher KNOWLES
Direcção das Finanças e da Tesouraria
Philippe MARCHAT Coordenação Henri-Pierre SAUNIER
Gestão dos riscos Georg HUBER
Mercado de Capitais Ulrich MEIER
Ulrich DAMM DE, BE, LU, AT, CH, GB, IE
e Extremo-Oriente
Jean-Claude BRESSON
NL, PT, GR, Países Escand. e Médio Oriente Joseph VÖGTEN
FR, ES, IT, US e ECU Jean-Claude BRESSON
Carlo SARTORELLI
Carlos GUILLE
Tesouraria Planeamento, desembolsos e
Luc WINAND serviço financeiro
dos empréstimos Eberhard UHLMANN
Mercados monetários Francis ZEGHERS
Gestão de carteira Ralph BAST
Back-Office Erling CRONQVIST
Contabilidade Geral Contabilidade dos empréstimos Charles ANIZET
François ROUSSEL geral Luis BOTELLA MORALES
Direcção de Estudos Económicos e Financeiros
Herbert CHRISTIE Coordenação Patrice GÉRAUD
Estudos económicos Indústria Carlo BOLATTI
na Comunidade Infra-estruturas Mateu TURRÓ CALVET
Horst FEUERSTEIN Energia Juan ALARIO GASULLA
EstudosACP Stephen McCARTHY
nos Estados ACP Mediterrâneo Daniel OTTOLENGHI
e em países Mediterrânicos Henri BETTELHEIM
Luigi GENAZZINI
Estudos económicos na Europa Europa Central e Oriental,
Central e Oriental, na América América Latina e Ásia Jacques GIRARD
Latina e na Ásia, estudos Estudos financeiros Pier Luigi GILIBERT
financeiros e documentação Documentação e Biblioteca Marie-Odile KLEIBER
Alfred STEINHERR
Direcção dos Assuntos Jurídicos
Bruno'EYNARD Giannangelo MARCHEGIANI
Roderick DUNNETT
Marc DUFRESNE
Robert WAGENER
Hans-Jürgen SEELIGER
Serviço de Consultores Técnicos
Jean-Jacques SCHUL Coordenação Jean-Pierre DAUBET
Agro-industria Peder PEDERSEN
Jean-Jacques SCHUL
Indústria transformadora,
electrotecnia e telecomunicações Bernard BÉLIER
J. Garry HAYTER Patrick MULHERN
Petro-energia, indústria química,
aeronáutica e turismo Richard DEELEY
Hemming JØRGENSEN Jean-Jacques MERTENS
Constantin CHRISTOFIDIS
Energia eléctrica, minas e gestão
de resíduos René VAN ZONNEVELD
Günter WESTERMANN Heiko GEBHARDT
Infra-estruturas Philippe OSTENC
Peter BOND Luis LÓPEZ RODRÍGUEZ
Barend STOFKOPER
Andrew ALLEN