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Etude-4-L-incroyable-injustice-de-notre-systeme-de -retraites

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Proportionnellement aux cotisations qu’elles ont versées, certaines catégories de Français touchent trois fois plus de retraite que les autres. Notre système de retraite en France est incroyablement inégalitaire. Ce que démontrent les études de cas concrets présentés ci-après par l’économiste Jacques Bichot*. Voici ce que rapporte, en pension de retraite, 1 € de cotisation : Salarié du privé : Antoine, cadre « multicarrières » 0,87 € Françoise, ouvrière, 2 enfants 1,04 € Bertrand, cadre moyen 1,22 € Maurice, ouvrier du bâtiment 1,51 € Salarié du Public ou assimilé : Marcel, agent administratif 1,75 € Basile, haut fonctionnaire 2,40 € Marc, employé à la Banque de France 2,42 € Blaise, cadre EDF 2,91 € Mike, contrôleur SNCF 3,42 € * Jacques Bichot, membre honoraire du Conseil Economique et Social est un économiste des retraites et de la protection sociale. Ayant siégé au Conseil de Surveillance de la Caisse Nationale d’Assurance Vieillesse, il est aussi professeur à l’université de Lyon III. M ETHODOLOGIE : 1/ Différences extraordinaires entre les régim erse trdaeite 2/ Une façon simple de comparer : pour uonti saetuioron dvee rscée durant la vie active, combien d’euros de pçeunss iopne ndraent la durée de la retraite 3/ Une difficulté majeure : le calcul odness vceortsiéseast i4/ Une hypothèse simple : un taux de cotqiusae tioàn 2u5n%i 5/ Qu’en est-il des primes ? 6/ Les quatre variables de calcul 7/ Le ...
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Proportionnellement aux cotisations qu’elles ont versées, certaines
catégories de Français touchent trois fois plus de retraite que les autres.
Notre système de retraite en France est incroyablement inégalitaire. Ce que
démontrent les études de cas concrets présentés ci-après par l’économiste
Jacques Bichot*.
Voici ce que rapporte, en pension de retraite, 1 € de cotisation :
Salarié du privé :
Antoine, cadre « multicarrières » 0,87 €
Françoise, ouvrière, 2 enfants 1,04 €
Bertrand, cadre moyen 1,22 €
Maurice, ouvrier du bâtiment 1,51 €

Salarié du Public ou assimilé :
Marcel, agent administratif 1,75 €
Basile, haut fonctionnaire 2,40 €
Marc, employé à la Banque de France 2,42 €
Blaise, cadre EDF 2,91 €
Mike, contrôleur SNCF 3,42 €
* Jacques Bichot, membre honoraire du Conseil Economique et Social est un économiste des retraites et de la
protection sociale. Ayant siégé au Conseil de Surveillance de la Caisse Nationale d’Assurance Vieillesse, il est
aussi professeur à l’université de Lyon III. M ETHODOLOGIE :
1/ Différences extraordinaires entre les régim erse trdaeite
2/ Une façon simple de comparer : pour uonti saetuioron dvee rscée
durant la vie active, combien d’euros de pçeunss iopne ndraent la
durée de la retraite
3/ Une difficulté majeure : le calcul odness vceortsiéseast i
4/ Une hypothèse simple : un taux de cotqiusae tioàn 2u5n%i
5/ Qu’en est-il des primes ?
6/ Les quatre variables de calcul
7/ Le système français est incroyablemenatb lei néquit

PRESENTATION DE CAS CONCRETS :
I. Dans le privé
II . A la Banque de France
III . A la SNCF
IV . Quelle retraite pour les agents de la RATP
V. A EDF
VI . Dans la fonction publique, avant et aprmèse lFai llroénf o
VII . Dans l’armée
VIII .Les parents de famille nombreuse

ANNEXES :
I/ Calculs détaillés
II/ Tableau synthétique
III/ Tableaux récapitulatifs détaillés : des ilnitégsa criantes
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2/ Une façon simple de comparer
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3/ Une difficulté majeure : Le calcul desn s cotisatio
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dans un régime par répartition,
il faudrait comparer les pensions reçues aux somm etsotales dépensées
pour les enfants Ce qui est très difficile.
• Se fonder sur l’espérance de vie moyenne national e
Tous ces versements s’inscrivent dans la durée
Il faut donc comparer
la somme des cotisations versées durant la totali tdée la vie active à la
somme des pensions perçues depuis le départ en reatirte.

4/ Une hypothèse pour le calcul des cotuinsa tions :
taux unique de 25%
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Nous
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opéré en pourcentage du salaire brut sur léess dsua lasreicteur privé : 25%.
Il ne fait pas de distinction entre cotisatoinoanl e paetr cotisation
salariale
5/ Qu’en est-il des primes ?
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6/ Les quatre grandes variables retenues paoruer comp
le montant total des cotisations versées au es total d
pensions reçues
1. Le nombre d’années travaillées et cotisées ;
2. Le nombre d’années passées à la retraite,
L’intérêt de
3. Le taux de remplacement,
ces calculs
4. pénalités d’années de réside dans
cotisation n’ouvrant pas droit à pension.
leur valeur

relative.
nous allons comparer la
somme des versements de cotisations, en euros conasnt ts 2004
pendant toute la vie active, à la somme des pensiso,n en euros
constants depuis la liquidation de la pension jusq’uà l’âge moyen
au décès
L’intérêt de ces calculs réside moins dans la valer uabsolue du
rapport obtenu entre les cotisations et les pensiosn, que dans les
variations de montant entre les différents régimesd e retraite.
7/ Le système français est extraordinairement
inéquitable

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modeste (initiale du prénom M brillante
(initiale du prénom B), femme ayant élevé deux
enfants (initiale du prénom F).
Les calculs présentés ci après sont synthétiusér s. déLveloppement
figure en annexe à ce document.




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PRESENTATION DE CAS CONCRETS :
I. Quatre cas dans le privé
• Maurice, ouvrier, départ à 60 ans
Rapport pension sur contribution : 1,51.
• Bertrand, cadre, départ à 63 ans
Rapport pension sur contribution : de 1,04 à 1,22
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• Françoise, 34 années validées, départ à 60 ans
Rapport pension sur contribution : 1,0343
• Antoine, cadre multi-carrières, départ à 64 ans
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Rapport pension sur contribution : 0,87

Variante : Antoine entre dans la fonction publiquàe 44 ans.
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de France, le
Rapport pension sur contribution : 1,11 ou 1,31. meilleur

régime de
II. Trois cas à la Banque de France France !

qu’il est extrêmement
difficile d’obtenir des renseignements précis sur eul r régime de retraite
1qui fonctionne en capitalisation subventionnée

• Marc, employé, départ à 55 ans

1Rapport de la Commission des comptes de la sécurité sociale, sept. 2003 : « La Caisse de réserve
des employés de la BdF fonctionne selon le système de la capitalisation, des fonds productifs de
revenus étant constitués grâce aux cotisations des assurés et, surtout, aux dotations de
l’employeur prélevées sur ses bénéfices. » Cependant, selon la même source, outre les « revenus
de ce fonds », les produits (au sens comptable) de la caisse incorporent des cotisations fictives de
l’employeur : la BdF verse sous forme de subvention de quoi amener les comptes du fonds
exactement à l’équilibre, par exemple138 Millions d’euros en 2002, les produits financiers étant
très insuffisants, à 120 millions, pour couvrir 261 millions de prestations.
10